• Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google Plus Enviar por whatsapp Enviar por e-mail Mais
Partido Após reunião esvaziada, Caetano e relator deixam sede do PSDB e evitam imprensa A ala contrária ao governo de Michel Temer não compareceu - nem mesmo o líder da bancada, deputado Ricardo Tripoli (SP)

Por: Agência Estado

Publicado em: 06/12/2017 13:12 Atualizado em:

O secretário da Previdência, Marcelo Caetano, e o relator da reforma da Previdência, Arthur Maia, deixaram no início da tarde desta quarta-feira, 6, a reunião do PSDB, que ocorre na sede do partido, em Brasília. Na saída, eles evitaram falar com a imprensa. Arthur Maia disse apenas que falou a "verdade" para os parlamentares tucanos sobre a proposta. "Fizemos uma reunião técnica, a reunião política começa agora", afirmou o relator.

A reunião está esvaziada. Contando com o presidente do partido, Alberto Goldman, há 16 presentes, entre eles o ministro Antonio Imbassahy e o presidente licenciado da legenda, senador Aécio Neves (MG). 

Ausência dos 'cabeças pretas'

Os chamados "cabeças pretas", ala contrária ao governo do presidente Michel Temer, não compareceram - nem mesmo o líder da bancada, deputado Ricardo Tripoli (SP). A assessoria de Trípoli disse que ele teria reunião de líderes na Câmara no mesmo horário.

Segundo o deputado Bruno Araújo, a informação de que haveria uma nova explanação sobre reforma da Previdência nesta quarta foi divulgada de última hora e por isso alguns parlamentares não conseguiram participar. 

Araújo disse ainda que o intuito do encontro foi tentar de aumentar o apoio dentro do PSDB à reforma. "Não houve decisão de fechamento de questão. Todos já sabem que PSDB tem posição formal no sentido de apoio dessa reforma", afirmou. 

Ele considera que "tem crescido na bancada a percepção de urgência dessa reforma", mas ponderou que a aprovação do texto não depende de "30 ou 40 votos do PSDB". "PSDB é uma dessas engrenagens, mas depende do conjunto inteiro." 

Eleição interna

O ex-ministro do governo Temer disse que o fechamento de questão dependerá da condução do novo presidente do partido, que deve assumir no próximo sábado, 9. O governador Geraldo Alckmin é candidato único na disputa.



Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.