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Previdência Governo lançará campanha de esclarecimento nacional sobre Previdência, diz Meirelles O ministro explicou que o governo está discutindo "de forma objetiva e transparente" com o Congresso Nacional sobre a necessidade de aprovação da reforma da Previdência

Por: Agência Estado

Publicado em: 10/11/2017 16:30 Atualizado em:


Com a retomada das discussões sobre a reforma da Previdência, o governo vai lançar uma "campanha de esclarecimento nacional" sobre a proposta, disse nesta sexta-feira, 10, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Segundo ele, é muito importante convencer a sociedade da importância da aprovação da reforma. O empenho do governo, disse o ministro, é para que a reforma seja aprovada ainda este ano, pelo menos na Câmara dos Deputados, nos dois turnos de votação necessários a uma mudança constitucional.

"Seria ótimo votar também no Senado este ano", emendou Meirelles reconhecendo porém que o calendário para isso é um fator de dificuldade. O ministro fez questão de deixar claro que está confiante nessa retomada das articulações. "Eu acredito na aprovação da reforma da Previdência", enfatizou.

Meirelles explicou que o governo está discutindo "de forma objetiva e transparente" com o Congresso Nacional sobre a necessidade de aprovação da reforma da Previdência. Embora reconheça que os parlamentares demonstram preocupação a respeito do impacto dessa medida sobre seu eleitorado - o que "faz parte da discussão" na visão do ministro -, Meirelles disse que o Congresso está mostrando sensibilidade à importância da medida.

"Estamos mostrando números aos parlamentares, não é possível continuar nessa situação", disse o ministro. "Precisamos assegurar aos brasileiros a certeza de que receberão suas aposentadorias", acrescentou. Para Meirelles, a reforma da Previdência é um desafio a ser vencido pelo governo.

Depois de o mercado ter reagido mal à interpretação de que Temer havia "jogado a toalha" em relação às articulações para a reforma, o ministro mediu as palavras para falar sobre o risco de uma rejeição ou de um adiamento da proposta. "Se não aprovar a reforma agora, e isso é uma hipótese, será o primeiro grande problema a ser enfrentado em 2019", afirmou.



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