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Petróleo » Refinaria de Abreu e Lima começa a operar dia 4 de novembro, diz Petrobras

Diario de Pernambuco

Agência O Globo

Publicação: 11/08/2014 21:08 Atualização:

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (11) que a Refinaria de Abreu e Lima (ou Refinaria do Nordeste - Rnest), em Pernambuco, começa a operar no dia 4 de novembro. A informação foi dada por José Carlos Cosenza, diretor de Abastecimento da empresa. "A Rnest vai começar a produzir diesel no dia 4 de novembro. Além disso, a Refap (no Rio Grande do Sul) vai contar com um HDT (um processo que aumenta a produção durante o refino chamado hidrocraqueamento), o que vai permitir a redução da importação de 12 mil barris diários de diesel. O próximo semestre será otimista", disse Cosenza. Ainda segundo o diretor, a segunda unidade da refinaria deve começar a operar em maio de 2015.

Orçada inicialmente em US$ 2,5 bilhões, a Rnest já custa pouco mais de US$ 18 bilhões. Pode chegar próximo aos US$ 20 bilhões, segundo a presidente da Petrobras Graça Foster, que visitou as obras da refinaria em julho. A estatal está tocando as obras sozinha, depois que viu naufragar a “parceria” com a venezuelana PDVSA. Pelo acordo firmado em 2005, o Brasil assumiria 60% dos gastos e a Venezuela ficaria com os 40% restantes. A confirmação de uma refinaria 100% nacional aconteceu no segundo semestre do ano passado. A Rnest será a unidade com maior taxa de conversão de óleo cru em Diesel (70%), apta a processar 230 mil barris por dia de petróleo pesado. Também vai produzir gás liquefeito de petróleo (GLP) e coque.

A diretoria da Petrobras apresentou os resultados da companhia no segundo trimestre do ano a analistas financeiros. Em relação ao lucro de R$ 6,20 bilhões, em igual período do ano passado, a queda foi ainda maior: 20,6%. Segundo a companhia, o resultado se deveu ao menor resultado financeiro e da maior alíquota efetiva do Imposto de Renda, porque no primeiro trimestre houve o reconhecimento de créditos fiscais.

A Petrobras continuou também com a defasagem dos preços da gasolina e do óleo diesel. No segundo trimestre a defasagem da gasolina foi de 16,4% em relação ao mercado internacional enquanto que a defasagem do diesel ficou em 9,8%. O diretor financeiro da empresa, Almir Barbassa, voltou a garantir que a questão da convergência de preços dos combustíveis com os preços internacionais é um tema constante em toda reunião do conselho da companhia.

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