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Energias e combustíveis » Governo terá pressão maior em 2015

Correio Braziliense

Publicação: 05/08/2014 10:10 Atualização:

A expectativa de forte reajuste nas tarifas de eletricidade e nos preços da gasolina no ano que vem, após as eleições, está afetando cada vez mais as projeções de alta dos preços administrados para 2015, que chegam perto de 7%. Se confirmada, será a maior alta desde 2005, quando esse segmento registrou inflação de mais de 8%, dificultando ainda mais a vida do Banco Central (BC) para domar a alta dos preços.

A pesquisa semanal do BC com os principais analistas do mercado, divulgada ontem, mostrou que a estimativa média de avanço dos preços administrados em 2015 subiu pela segunda vez seguida, para 6,90%, contra 6,75 % na semana anterior. No início do ano, as apostas estavam em 5%.

Com isso, a perspectiva para o IPCA foi a 6,24% para o próximo ano, 0,03 ponto percentual a mais, aproximando-se mais do teto da meta do governo, de 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou menos. Para este ano, o mercado mostra que as contas para o índice oficial de inflação são de alta de 6,39% e, só dos administrados, de 5%.

“O reajuste nos administrados refere-se à conta de luz. Está ficando tudo para o ano que vem”, destacou a economista da CM Capital Markets Camila Abdelmalack. Para ela, a inflação de administrados em 2015 será de 7,08%, incluindo 12% de aumento nas tarifas de energia elétrica, com viés para cima. Para os preços da gasolina, calcula alta de 6% no próximo ano. Consultorias calculam reajuste médio de até 28%.

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