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Proteção ao crédito » Boa Vista: recuperação de crédito cai 2% no 1º semestre

Agência Estado

Publicação: 11/07/2014 11:18 Atualização:

O indicador de recuperação de crédito apurado pela Boa Vista SCPC, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito, caiu 2,0% no primeiro semestre de 2014 ante o mesmo período do ano passado. Já na comparação de junho ante maio, descontados os efeitos sazonais, a queda foi de 1,8%, e em relação ao mesmo mês de 2013, a retração foi de 6,5%. Para a realização do indicador, a instituição considera a quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes.

Em 12 meses, o indicador registrou alta de 0,4%, mas em tendência de desaceleração. O período considerado nesta leitura vai de julho de 2013 a junho de 2014, na comparação de julho de 2012 a junho de 2013. Em maio, o avanço na leitura dos 12 meses foi de 1,0%.

"Desde o ano passado, o indicador de recuperação de crédito segue em tendência de desaceleração", apontam os economistas da Boa Vista, em nota. Eles destacam que o indicador é condizente com a conjuntura econômica de desaquecimento do mercado de trabalho, queda recente da taxa de inadimplência e menor concessão de crédito. "Assim, todos os fatores mantidos constantes, para este ano a expectativa é de que esta desaceleração continue, mantendo o indicador estável com relação a 2013", dizem.

Na análise por regiões, a Sudeste é a que acumula o maior declínio, de 4,2%, no acumulado dos seis primeiros meses do ano sobre o mesmo período do ano passado. No período, a região Norte registrou queda de 1,6% e no Nordeste houve retração de 1,2%. Por outro lado, houve alta na taxa de recuperação de crédito no Sul, de 3,2%, e no Centro-Oeste, de 3,6%.

Varejo

Considerando apenas a recuperação de crédito no varejo, o indicador registrou queda ainda mais expressiva no acumulado do ano, de 15,7%. Em junho, a retração foi de 15,1%. Nos 12 meses, o declínio foi de 9,8%, considerando sempre as comparações com igual período do ano anterior. Já na comparação com maio, a recuperação de crédito no comércio varejista foi de 3,0%, descontados os efeitos sazonais.

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