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Mercado financeiro » Dados da China ajudam e fazem Bolsa brasileira subir

Agência O Globo

Publicação: 01/07/2014 11:07 Atualização:

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, iniciou os negócios desta terça-feira (1º) em alta, impulsionada pelas notícias de atividade econômica na China. Às 10h24, o indicador apresentava avanço de 0,28%, aos 53.315 pontos. Já o dólar comercial opera próxima da estabilidade, com leve alta de 0,04%.

Um dos fatores que ajudam esse movimento de alta na Bolsa floi a divulgação de que a atividade industrial na China atingiu máximas em seis meses em junho, de acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI) tanto oficial quanto do HSBC/Markit, reforçando sinais de que a segunda maior economia do mundo está se estabilizando conforme o governo amplia o suporte.

Esse dado também tem influenciado os mercados no exterior. O FTSE, da Bolsa de Londres, opera em alta de 0,60% e o CAC 40, de Paris, sobe 0,64%.

Já no mercado interno, a disputa eleitoral continua a ser um dos vetores, em especial a expectativa em relação à divulgação de novas pesquisas eleitorais. É esperado que nessa semana seja divulgado um novo levantamento do Datafolha.

O dólar comercial iniciou os negócios dessa terça-feira em alta diante o real, mas logo o movimento perdeu força. Às 10h24, a moeda americana estava praticamente estável, com leve alta de 0,04%, cotada a R$ 2,2100 na compra e a R$ 2,2120 na venda.

O gerente sênior da mesa de câmbio da Western Union, Fabiano Rufato, avalia que no curto prazo não há razão para o dólar sair do patamar entre R$ 2,20 e R$ 2,25. O especialista lembra que os negócios dos útlimos dias refletiram a decisão do Banco Central de continuar com o programa de oferta de swaps até o final do ano. Esses contratos equivalem a uma venda de moeda estrangeira, elevando a liquidez no mercado cambial.

Apesar da notícia ter um viés positivo, os operadores continuam de olho nas notícias sobre as eleições e o fluxo cambial para o país. Para Rufato, a cotação pode chegar a R$ 2,40 até o final do ano, a depender da evolução dessas variáveis.

“Pode haver uma pressão, mas acho que ao mesmo tempo o Banco Central está atento e agindo. A autoridade monetária tem deixado claro que buscará o equilíbrio no curto prazo, sem permitir grandes oscilações da moeda”, afirmou Rufato.

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