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Pesquisa » CNC registra recuo do endividamento de famílias em junho

Agência Estado

Publicação: 24/06/2014 11:03 Atualização:

O porcentual de famílias com dívidas caiu a 62,5% em junho deste ano, informou nesta terça-feira, 24, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em maio, essa fatia era de 62,7%, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Em junho de 2013, a parcela de endividados também era maior, de 63,0%.

O crédito mais caro é a principal motivação para a maior cautela das famílias, segundo a CNC. "A alta do custo do crédito induz a uma postura mais cautelosa das famílias ao contratar e renovar empréstimos e financiamentos. Juros mais altos e ganhos de renda mais modestos levam a condições menos favoráveis para o endividamento", afirmou a Confederação, em nota.

A parcela média da renda comprometida com dívidas atingiu 30,3% em junho deste ano. A fatia é maior do que os 29,1% observados em igual mês do ano passado, mas inferior aos 30,5% registrados na pesquisa referente a maio de 2014. Em outro corte da pesquisa as famílias com renda mensal inferior a dez salários mínimos são as mais endividadas (63,9%), enquanto as que ganham mais do que isso estão menos comprometidas com dívidas (55,8%).

Inadimplência

O porcentual de famílias com dívidas em atraso também apresentou queda, para 19,8% em junho, de 20,9% em maio, apurou a CNC. Em junho de 2013, os inadimplentes eram 20,3% das famílias.

Já o porcentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, recuou a 6,6% em junho de 2014. A fatia é menor do que o observado em maio deste ano (6,8%) e em junho do ano passado (7,2%).

A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. O objetivo é captar o número de famílias que declaram ter dívidas como cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e consignado, financiamentos, entre outras.

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