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Nagi » Empreendedores pernambucanos podem concorrer a incentivos federais para inovação

Thatiana Pimentel

Publicação: 20/06/2014 09:00 Atualização: 20/06/2014 16:36

Patricia Quintella (de Branco) e Maria Escorel (de Preto), da Reciclo Bikes, conseguiram melhorar o negócio com a ajuda do Nagi. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press
Patricia Quintella (de Branco) e Maria Escorel (de Preto), da Reciclo Bikes, conseguiram melhorar o negócio com a ajuda do Nagi. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press
Pensar diferente produtos e processos. Este é o foco do Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação de Pernambuco (Nagi-PE), que acaba de abrir sua segunda rodada de trabalho. Nesta quinta-feira (19) ocorreu a palestra introdutória, onde o grupo apresentou os processos para cerca de cem empreendedores locais de micro, pequeno e médio porte. Os benefícios desta edição serão voltados para empresas de Tecnologia da Informação (TC) e Economia Criativa. No pacote, que será oferecido com 80% de subsídio do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) através da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), estão inclusos diagnóstico, consultoria especializada e a elaboração do Plano de Inovação.

“Nossa primeira turma, que teve início em junho de 2013, teve 28 diagnósticos e, destes, 13 empresas já finalizaram seus planos de inovação e outras 15 estão em processo de produção. Agora, estamos abrindo a segunda turma para ampliar os benefícios da inovação dentro das cadeias produtivas locais”, afirma Diogo Catão, coordenador do Nagi-PE. Segundo ele, o pacote inteiro custa R$ 7,5 mil, mas com o subsídio federal, os empreendedores pagam apenas R$ 1,5 mil pelo acompanhamento completo. “Algumas empresas que participam dessa fase serão selecionadas para a implementação do Plano de Inovação, que também tem subsídios de 80% e para o MBA de Inovação - que  ainda estamos preparando-, cujo custo será de R$ 1,5 mil por um ano e meio de aulas.”

As sócias Maria Escorel e Patrícia Quintella, donas da Reciclo Bikes participaram da primeira edição do Nagi e recomendam o processo. Segundo Escorel, o núcleo fornece aos empreendedores métodos e filtros que  ajudam a analisar a viabilidade de suas próprias ideias. “Quando a gente começou, tínhamos mil projetos, mas ainda não havíamos desenvolvido uma visão sobre seus resultados.  O Nagi nos deu orientação e ferramentas para identificar os planos que podem ser implementados e qual a melhor forma de tocá-los”, reforça. 

No caso da Reciclo Bikes, a consultoria teve benefícios claros e, após 12 meses, as sócias já colhem bons frutos. “Começamos vendendo de forma despretensiosa, através da internet, hoje, já estamos com uma loja física e essa semana vamos lançar nossa loja online, também no dia 19 (www.reciclobikes.com.br). No nosso primeiro mês, tínhamos duas reformas por semana. Hoje, já temos cinco. E o Nagi fez parte desse crescimento. Eles sugeriram, por exemplo, que a gente fizesse uma pesquisa de opinião com nossos clientes. Isso nos ajudou muito”, completa Maria Escorel. Os empreendedores que quiserem participar do Nagi já podem se inscrever no comunicacao@nagi-pe.org.

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