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Hemoderivado » Hemobrás usa tecnologia para reduzir custos O fator VIII recombinante é considerado o que há de mais moderno e eficiente para o tratamento da hemofilia tipo A, um distúrbio na coagulação do sangue

Rochelli Dantas - Diario de Pernambuco

Publicação: 31/05/2014 16:00 Atualização: 30/05/2014 23:47

A previsão é de que as obras civis da Hemobrás em Goiana sejam concluídas em 2015 e o funcionamento operacional se iniciará em 2017. Foto: Hemobrás/Divulgação
A previsão é de que as obras civis da Hemobrás em Goiana sejam concluídas em 2015 e o funcionamento operacional se iniciará em 2017. Foto: Hemobrás/Divulgação

Um novo bloco será adicionado aos 17 prédios que compõem a fábrica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), em Goiana, Zona da Mata Norte pernambucana. No local, será fabricado o fator VIII recombinante, medicamento produzido por meio de engenharia genética e considerado o que há de mais moderno e eficiente para o tratamento da hemofilia tipo A, um distúrbio na coagulação do sangue.

Pernambuco também será responsável pelas demais etapas de produção do medicamento, do envase ao armazenamento e distribuição. Porém, as demais etapas produtivas serão feitas compatibilizando com os outros prédios da unidade fabril. Apesar da ampliação, a estatal não diz qual o valor investido na produção deste medicamento.
 
O processo está sendo realizado por meio de uma transferência tecnológica, que terá duração de dez anos, com início da produção do medicamento no Brasil dentro de cinco anos, a se contar de 2012, quando foi assinada uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) com a Baxter. A produção do medicamento trará uma redução de custos ao Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque, atualmente, o medicamento é 100% importado.

A previsão é de que as obras civis sejam concluídas em 2015 e o funcionamento operacional se iniciará em 2017, já incluindo o bloco do fator VIII recombinante. Esta será a maior unidade da América Latina, tendo capacidade para processar 500 mil litros de plasma ao ano.  A primeira etapa do projeto já está em funcionamento.

Em setembro de 2012, o bloco B01, que contempla uma câmara fria a -35°C, entrou em funcionamento. No local,  ocorrem a recepção, triagem e armazenamento do plasma. Atualmente, trabalham nas  obras da fábrica 550 pessoas. Quando entrar em operação plena, a unidade fabril irá demandar 362 empregos diretos e 2.720 indiretos.

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