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Insegurança » Primeiro dia do Feirão Caixa da Casa Própria é suspenso

Thatiana Pimentel

Mariana Clarissa - Diario de Pernambuco

Publicação: 15/05/2014 18:10 Atualização: 15/05/2014 21:21

Por conta da greve dos PMs, o início do feirão foi adiado para o sábado. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press
Por conta da greve dos PMs, o início do feirão foi adiado para o sábado. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press

O clima de insegurança que tomou conta da Região Metropolitana do Recife durante a greve dos policiais e  bombeiros militares fez a Caixa Econômica Federal adiar pela primeira fez o início do feirão da casa própria, que começaria nesta sexta-feira (16), às 10h. A superintendência do banco confirmou o adiamento no final da tarde desta quinta-feira. A abertura do feirão, que iria até domingo (18), está sob análise. O banco deverá analisar nesta sexta-feira a viabilidade de inciar o evento no sábado (17).

 

A informação repassada pela assessoria de imprensa da Caixa Econômica é que a 10ª edição do feirão está totalmente formatada e já instalada no Centro de Conveções. A justificativa da Caixa é de que, até o momento, Pernambuco não oferece um cenário seguro para a realização do evento.

Pelo cronograma oficial, o feirão seguiria até o domingo (18), reunindo 52 construtoras, 47 imobiliárias e mais de 25 mil imóveis, com preços entre R$ 85 mil e R$ 2 milhões. Entre as facilidades prometidas, quem comprar uma unidade no evento terá a opção de começar a pagar apenas em janeiro de 2015.

Os visitantes poderão escolher entre 15 mil imóveis novos – dos quais 11,7 mil estão enquadrados no programa federal Minha Casa, Minha Vida – e 10,6 mil imóveis usados. De acordo com o superintendente da Caixa no Recife, Paulo Nery, as unidades do Minha Casa, Minha Vida terão valores máximos de R$ 170 mil, para as localizadas no Recife, e R$ 145 mil para as situadas na Região Metropolitana do Recife.

Dentro do feirão é possível usar tanto recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) quanto do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), este último financiado até 90%. As taxas de juros ficam a partir de 4,5% e o prazo de pagamento é de até 35 anos.

No ano passado, o evento teve 5,7 mil contratos assinados e encaminhados. Para este ano, o banco prevê um aumento de 20% nesse número. “É ideia é chegar a sete mil negócios fechados ou encaminhados”, pontua Nery. Vale ressaltar que pessoas com renda informal também conseguem a aprovação do financiamento.

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