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Crescimento nominal » Itaú lidera aumento de valor de mercado, diz Economática

Agência Estado

Publicação: 15/05/2014 14:07 Atualização:

O Itaú Unibanco é a empresa com maior crescimento nominal de valor de mercado neste ano até ontem (14), com aumento de R$ 29,034 bilhões, para R$ 179,644 bilhões, segundo levantamento da consultoria Economatica com 305 companhias de capital aberto brasileiras. A segunda empresa com maior crescimento nesse quesito também é uma instituição financeira: o Bradesco, que ganhou R$ 21,861 bilhões em valor de mercado, para R$ 149,946 bilhões. Entre as maiores perdas nominais de valor de mercado, a mineradora Vale lidera o ranking, com R$ 22,577 bilhões a menos no período, para R$ 155,586 bilhões.

Em termos porcentuais, o avanço de valor de mercado do Itaú Unibanco foi de 19,28% e do Bradesco, de 17,07%, enquanto o recuo da Vale foi de 12,67%.

Conforme o levantamento, a Petrobras ganhou R$ 16,751 bilhões em valor de mercado (+7,80%) em 2014 até ontem, para R$ 231,429 bilhões. Desta forma, a estatal petrolífera ficou em terceiro lugar entre os maiores aumentos nominais no valor de mercado no período.

A Ambev, por sua vez, foi a companhia com a segunda maior queda nominal, de R$ 8,948 bilhões, para R$ 261,987 bilhões (-3,30%), seguida pela CSN, que encolheu R$ 7,304 bilhões, para R$ 13,661 bilhões (-34,84%).

Ainda de acordo com a Economatica, o valor total de mercado das 305 companhias abertas analisadas cresceu R$ 46,813 bilhões este ano, ou 2,04%, para R$ 2,339 trilhões.

Entre os 21 setores pesquisados, o do setor bancário, com 21 companhias, é o que apresenta o maior crescimento nominal do seu valor de mercado, com crescimento de R$ 50,723 bilhões (+11,95%) para R$ 475,147 bilhões no período. Já o setor de mineração, representado por cinco empresas, é o que tem a maior queda nominal de valor de mercado no período analisado, com R$ 23,239 bilhões de perda (-12,85%), para R$ 157,549 bilhões.

Porcentualmente, o setor com melhor desempenho este ano é o de Software e Dados com +16,1%; o pior é Siderurgia e Metalurgia, com queda de 28,64% no período.

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