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Solicitação » CNI quer adido da indústria e comércio nas embaixadas

Agência O Globo

Publicação: 13/05/2014 20:24 Atualização:

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vai pedir ao governo a criação do cargo de adido de indústria e comércio em embaixadas do Brasil no exterior, a exemplo do que ocorre com os adidos agrícolas, que são funcionários do Ministério da Agricultura. No caso da proposta da CNI, seriam deslocados para as representações servidores do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A entidade quer que a solicitação atenda, em um primeiro momento, oito postos: Estados Unidos, Argentina, Venezuela, China, África do Sul, México e, na Suíça, Bruxelas e Genebra, sedes da União Europeia e da Organização Mundial do Comércio (OMC), respectivamente.

Essa ideia surgiu da constatação de que, em seis anos de existência de adidos agrícolas, houve várias vitórias para o setor: o Japão abriu seu mercado à carne suína brasileira; o Brasil conseguiu evitar que a África do Sul sobretaxasse produtos agropecuários brasileiros em 63%; a China habilitou 25 novas plantas para a exportação de carne de frango; e os EUA aprovaram o ingresso de carne suína in natura.

O adido de indústria e comércio, segundo uma fonte da CNI, poderia ajudar a mapear barreiras técnicas, sanitárias e tarifárias, além de dumping e subsídios. Também monitoraria de perto o intercâmbio comercial com países problemáticos, como Argentina e Venezuela.

A criação de um adido de indústria e comércio é um dos desafios do presidente da CNI, Robson Andrade, reeleito nesta terça-feira por unanimidade para o segundo mandato. Ainda na área de comércio exterior, Andrade tem pela frente problemas como o câmbio e a burocracia aduaneira.

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