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Levantamento » Pesquisa com investidores globais mostra que 45% estão pessimistas com Dilma

Agência O Globo

Publicação: 13/05/2014 20:02 Atualização:

Um levantamento realizado pela Bloomberg, empresa de informações financeiras, mostra que 45% dos investidores globais estão pessimistas em relação a como as políticas adotadas pela presidente Dilma Rousseff podem afetar o ambiente de negócios no país. Outros 17% estão otimistas e 38% se mostraram indecisos.

Apesar da elevada parcela com uma visão negativa, a presidente do Brasil não é a líder com pior avaliação. No caso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, 15% dos entrevistados se mostraram otimistas e 75% pessimistas. Já em relação a François Hollande, presidente da França, apenas 11% estão otimistas com a forma como ele pode afetar o ambiente de negócios na França. A parcela de pessimsitas é de 69% e 20% se mostraram indecisos.

Os dados foram coletados em abril e abrangem uma série de questões sobre economia e negócios. Ao todo, 594 participiram desse levantamento, que é feito trimestralmente e tem margem de erro de quatro pontos percentuais para cima ou para baixo. A líder melhor avaliada foi Angela Merkel, chancelar da Alemanha, em quem 76% dos pesquisados estão otimistas e, 13%, pessimistas.

Ainda de acordo com o levantamento, 14% dos entrevistados acreditam que a economia brasileira está melhorando, ante 38% que avaliam que há um processo de deterioração. Outros 29% veem a situação como estável e há 19% de indecisos.

Essa situação é pior do que a da média para a economia global, uma vez que 40% veem uma melhora nas condições e 43% veem estabilidade. A parcela dos que acreditam em uma piora na economia global é de 12% e apenas 5% estão indecisos.

Dos entrevistados, 50% acreditam que há uma bolha no preço das ações das empresas de internet e redes sociais. Já avaliação contrária tiveram os mercados de títulos do Tesouro dos Estados Unidos e o preço das casas no mercado americano, em que o índice dos que acreditam que não há uma bolha é de, respectivamente, 48% e 61%.

Ainda assim, no longo prazo, as ações da Google, da Apple e do Facebook estão entre as mais citadas como atraentes, com índices de 23%, 9% e 2%, respectivamente.

Sem levar em conta participações no capital de empresas, foram considerados atrativos por 37% dos entrevistados os investimentos no mercado de artes e, por 12%, o de vinhos.

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