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Refinaria » Paralisação na Fidens já dura 11 dias

Sávio Gabriel - Especial para o Diario

Publicação: 09/04/2014 15:56 Atualização: 09/04/2014 19:18

A paralisação de 800 funcionários da Fidens, empresa que presta serviço para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), completa, nesta quarta-feira (9), 11 dias. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada em Pernambuco (Sintepav-PE), os trabalhadores inciaram a greve devido ao atraso nos salários. Apesar dos valores já terem sido depositados, os trabalhadores se queixam do não pagamento da cesta básica e, por isso, decidiram manter a greve.

“A Fidens prometeu que pagaria os R$ 310 referentes à cesta básica ontem (terça-feira)”, disse o coordenador de fiscalização do Sintepav-PE, Leodelson Barros. Segundo ele, a empresa prometeu que a situação se resolveria até o fim desta quarta-feira. Segundo Barros, os funcionários também se queixam de outros problemas. “Não há higienização adequada nos banheiros químicos, nem quantidade suficiente dos equipamentos de proteção individuais (EPIs)”, revelou. Ele acrescentou, ainda, que faltam copos descartáveis para os funcionários.

Respostas


A Petrobras, responsável pela Refinaria Abreu e Lima, afirmou, por meio de nota, que "não é parte nas relações trabalhistas entre as empresas contratadas e seus funcionários", e acrescentou que as informações sobre a situação devem ser obtidas diretamente com o Consórcio Fidens - Milplan.

Com relação às denúncias referentes à infraestrutura, a estatal disse que "os canteiros de obras de todas as contratadas atendem a todas as exigências legais, notadamente àquelas contidas nas Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho". Ainda segundo a Petrobras "todas as contratadas, por força de lei e do contrato com a Petrobras, possuem instalações que incluem vestiários, refeitórios, banheiros e ambulatórios, cujas dimensões são determinadas em função da quantidade de trabalhadores e conforme disposto nas referidas NRs e demais dispositivos legais".

Por fim, a estatal afirma que "as instalações de obra são permanentemente fiscalizadas pela Petrobras, além de serem verificadas periodicamente por órgãos governamentais. Eventuais desvios ou  problemas identificados são prontamente corrigidos pela companhia ou pelas empresas contratadas".

Procurada pelo Diario, a Fidens afirmou que não vai se posicionar sobre a situação.

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