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Consumidor » Mais de 70% dos domicílios brasileiros contratam serviços de telecom separadamente

Agência Brasil

Publicação: 13/03/2014 18:48 Atualização:

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quinta-feira (13)  mostra que 70,6% dos domicílios brasileiros contratam os serviços de telecomunicações separadamente. Na avaliação do instituto, o dado mostra que o processo de convergência tecnológica, com vários serviços incluídos em um pacote, ainda não é realidade no mercado de telecomunicações brasileiro.

?Há indícios de que o serviço alavancador da convergência no mercado brasileiro é a TV por assinatura. O principal indício é o fato de que a infraestrutura tecnológica utilizada pelo serviço de TV por assinatura já é predominante na oferta de serviços de acesso à internet em banda larga?, destacou a pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social: Serviços de Telecomunicações.

O estudo mostrou ainda que a crescente proporção de domicílios sem telefonia fixa (45,6%), o serviço mais tradicional, indica o efeito substituição gerado pela telefonia móvel. Dos entrevistados que não possuem telefone fixo no domicílio, quase dois terços afirmaram que o celular substitui o telefone fixo.

A pesquisa também mostrou que o serviço móvel pessoal ou a telefonia celular, como é comumente conhecido, tem a pior avaliação entre os serviços de telecomunicações ofertados no Brasil. Todavia, quando se trata principalmente do acesso à internet via celular, os respondentes não conhecem as principais regras dos serviços contratados. Na avaliação do Ipea, possivelmente, a falta de transparência na relação dê origem à grande massa de reclamações registradas.

No que diz respeito ao uso do celular para acesso à internet, 38,1% dos entrevistados declararam que pelo menos uma pessoa no domicílio acessa internet utilizando o telefone celular. Quando indagados se o plano de acesso à Internet contratado possuía limitação de volume de dados trafegados, 38,7% dos respondentes afirmaram não saber. Outros 25,4% disseram que o plano não tinha limitação de volume de dados e 35,9% responderam saber que o plano tinha limitação. Destes últimos, mais da metade não soube informar o que ocorre após alcançar o limite de volume de dados.

A pesquisa ouviu 3.810 domicílios. Do total de entrevistados, 42,1% são da região Sudeste, 28% da Nordeste, 14,6% da Sul, 7,9% da Norte e 7,5% da Centro-Oeste.

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