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Janeiro » Cesta básica do Recife tem terceira maior alta do país, segundo o Dieese

Agência O Globo

Publicação: 06/02/2014 13:54 Atualização: 07/02/2014 10:15

Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press/Arquivo
Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press/Arquivo
A cesta básica ficou mais cara em metade das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em janeiro, enquanto em outras nove cidades houve queda. As maiores elevações foram em Brasília (5,49%), Manaus (5,04%) e Recife (2,21%). Hoje, o conjunto de alimentos essenciais custa R$ 280,75 na capital pernambucana, a 12ª cesta mais cara em território nacional.

Em 12 meses, houve aumento acumulado do preço da cesta em 14 capitais, com destaque para o Recife (9,06%), Manaus (7,12%) e Fortaleza (6,30%). Os recuos aconteceram em Aracaju (-7,60%), Goiânia (-4,90%), Salvador (-0,67%) e Brasília (-0,49%).

Entre os alimentos que tiveram maior alta nos últimos 12 meses, no Recife, estão o leite (22,85%), a farinha (18,76%) e o tomate (16,09%). Já entre as baixas estão o feijão (-21,56%) e o óleo de cozinha (-17,23%).
Reprodução/Dieese
Reprodução/Dieese

Ranking nacional

O maior custo da cesta, em janeiro, foi apurado em Vitória (R$ 327,13), seguido de São Paulo (R$ 323,47), Manaus (R$ 323,22) e Florianópolis (R$ 322,12). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 214,19), João Pessoa (R$ 264,17) e Salvador (R$ 265,86).

Em janeiro de 2014, o Dieese estima que o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 2.748,22, 3,80 vezes maior do que o mínimo de R$ 724, que entrou em vigor em 1º de janeiro, conforme definição do governo federal.

Em dezembro de 2013, o mínimo necessário era maior, equivalendo a R$ 2.765,44, ou 4,08 vezes o piso então vigente, de R$ 678. Em janeiro de 2013, o valor necessário para atender às despesas de uma família chegava a R$ 2.674,88, ou seja, 3,95 vezes o salário mínimo então em vigor (R$ 678).

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