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Em Davos, Dilma defende que "emergentes" não perderam dinamismo O discurso da presidente foi voltado para um detalhamento sobre programas sociais realizados em todas as esferas de governo

Correio Braziliense

Publicação: 24/01/2014 11:51 Atualização:

A presidente Dilma afirmou, nesta sexta-feira (24/1), que passados cinco anos da grande crise econômica que abalou vários países, é imprescindível resgatar o horizonte de médio e longo prazo nas avaliações para dar suporte as ações das diferentes economias, que já dão claros sinais de recuperação. Durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Dilma ressaltou que os países emergentes, como o Brasil, não devem perdem o dinamismo diante do atual cenário econômico, mas sim sendo estratégicos. Para ela, o sistema financeiro do país é sólido "com elevado capital e liquidez".

A inflação, segundo a presidente, está sob controle e "desde 1999 segue o regime de metas". "A estabilidade da moeda é um valor central do nosso país", disse. O discurso da presidente foi voltado para um detalhamento sobre programas sociais realizados em todas as esferas de governo. Ela ressaltou que 36 milhões de brasileiros já saíram da extrema pobreza e 42 milhões ascenderam à classe média, q passou de 37% para mais da metade da população. Falou também sobre recursos investidos em leilões de rodovias, concessões de aeroportos, o marco regulatório dos portos, entre outros.

O controle econômico brasileiro durante a crise só foi possível, segundo Dilma, porque aos governantes, empresários e trabalhadores colocou-se o desafio de evitar o pior e restituir o caminho da prosperidade. "O Brasil tem um dos menores endividamentos públicos do mundo", ressaltou.

As manifestações que, em junho do ano passado, abalaram a popularidade da presidente também foram lembradas como "parte indissóciavel da construção da economia". "Meu governo não reprimiu, pelo contrário, ouviu e compreendeu a voz das ruas. Não pediu para voltar atrás, pediu sim o avanço para o futuro. Sabemos que democracia gera o desejo de mais democracia". 

A expectativa da presidente é que o país se saia ainda melhor na crise internacional. “O Brasil é hoje uma das melhores fronteiras de negócio, sempre receberemos investimentos externos. O Brasil quer investimento privado nacional e externo”, justificou.

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Autor: José Guilherme de Azevedo Lira Filho
Dilma "vende"... Mas uma manchete para desqualificar a atual presidenta, como também para levar os leitores e leitoras a terem interpretações diversa. Coisas da nossa mídia tupiniquim... | Denuncie |

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