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Abastecimento » Fernando de Noronha enfrenta racionamento de combustíveis

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 08/01/2014 10:42 Atualização: 08/01/2014 17:30

O arquipélago de Fernando de Noronha entrou em racionamento de combustível. Preventivo, por enquanto. De acordo com a administraçãao da ilha, o único posto de combustível do local, localizado na região do Porto de  Santo Antônio, está fracionando a venda venda de gasolina e óleo diesel. Três razões justificativam a medida, iniciada na terça-feira (7), segundo a administração.

A primeira é uma pane ocorrida no navio que transporta os combustíveis para o arquipélago. Além disso, um atraso na entrega do diesel pelo fornecedor e ainda a previsão da ocorrência do fenômeno natural de grandes ondas (conhecido por swell) obrigaram a Agemar, responsável pelo abastecimento de combustíveis na ilha, decidir pelo racionamento.

Com o fracionamento, os donos de carros de passeio, como os buggys de aluguel, só podem comprar até dez litros de gasolina. Já os veículos movidos a diesel, como as caminhonetes, podem abastecer até 20 litros. Os donos de embarcações usadas no turismo local estão autorizados a comprar até 100 litros de diesel.

Segundo a empresa, a expectativa é de que o fornecimento seja normalizado a partir do próximo sábado (11), conforme a Agemar informou, através de um comunicado. No documento, a empresa destacou que a embarcação com o combustível zarpou do Porto do Recife na tarde de ontem e deve chegar amanhã (9) em Fernando de Noronha. O problema é que as ondas devem atingir até 2,4 metros no entorno do Porto de Santo Antônio, na sexta-feira (10) e, com isso, a embarcação não poderá atracar.

A nota também escrelece que o navio deveria ter iniciado a viagem no dia 1º de janeiro, mas precisou aguardar o carregamento de óleo diesel que abastece a usina geradora de energia para os moradores de Noronha. No dia 4, durante a viagem, houve uma pane no sistema de transmissão que obrigou a embarcação a retornar ao Porto do Recife no dia 5.

Manoel Ferreira, diretor da Agemar, disse que o racionamento foi necessário para evitar uma corrida dos consumidores ao único posto de gasolina da ilha, o que precipitaria a falta do produto. Ele lembra que os reservatórios existentes têm capacidade limitada. Ferreira destacou, ainda, que os navios que chegam com combustível devem ter prioridade para atracar para não comprometer o abastecimento no arquipélago.

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