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Câmbio » Dólar acelera queda na reta final do pregão e fecha cotado a R$ 2,33

Agência O Globo

Publicação: 27/12/2013 18:10 Atualização:

O dólar comercial, que vinha oscilando desde a abertura, firmou a tendência de queda frente ao real na reta final do pregão. A moeda norte-americana fechou desvalorização de 0,67%, negociada a R$ 2,337 na compra e R$ 2,339 na venda. Na máxima do dia, a divisa foi negociada a R$ 2,359 (alta de 0,16%) e na mínima chegou a R$ 2,339 (queda de 0,67%). Entradas de recursos e o início da briga entre comprados e vendidos para a formação da Ptax (a taxa média de dólar para liquidação para contratos do mercado futuro) influenciaram na cotação da moeda.

"Houve entradas de recursos à tarde. Também já começou a briga entre comprados e vendidos para a formação da última Ptax do ano, na segunda-feira. Na terça, os bancos não abrem ao público. Também não haverá expediente na BM&F", avalia Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da corretora Treviso.

Para ele, a Ptax deve ficar em R$ 2,35, conforme previsão do Banco Central na última ata da reunião do Comitê de Política Monetária.

O Banco Central realizou nesta sexta-feira (27) mais dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra, conhecido como leilão de linha. Foram ofertados US$ 2,6 bilhões. No primeiro leilão, foram oferecidos US$ 1,66 bilhão e a taxa de recompra, em 5 de maio, ficou em R$ 2,42. Foi uma rolagem de lotes que estão vencendo. No segundo leilão, a oferta foi de US$ 1 bilhão, como toda sexta-feira, com recompra em 3 de junho, e a taxa ficou em R$ 2,44.

O mercado também voltou sua atenção para as contas do governo central, que reúne Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central (BC), divulgadas nesta sexta. Houve um superávit primário de R$ 28,849 bilhões em novembro, o maior resultado mensal registrado desde 1997, quando foi iniciada a série histórica. Em setembro, quando foi anunciado um déficit de R$ 10,473 bilhões, os juros e o dólar subiram com a expectativa de que o Brasil possa ser rebaixado na classificação das agências de risco, ano que vem.

"O número das contas do governo foi positivo, mas está atrelado a receitas extraordinárias. Vamos ver qual vai ser o resultado de dezembro", diz Luciano Rostagno, estrategista-chefe do banco Mizuho no Brasil.

A queda do dólar e um resultado positivo das contas do governo fizeram as taxas dos contratos de juros recuar. A taxa do contrato com vencimento em janeiro de 2015 recuou de 10,63% para 10,61%, enquanto a do papel com vencimento em janeiro de 2017 passou de 12,40% para 12,32%.

No Brasil, a inflação medida pelo Indice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu para 0,60% em dezembro em relação aos 0,29% registrados em novembro. O índice ficou abaixo da expectativa do mercado, que esperava taxa de 0,62%. Em 2013, o índice registrou inflação de 5,51%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, índice de referência do mercado de ações, fechou com alta de 0,09% aos 51.266 pontos e novamente baixo volume negociado de R$ 4,1 bilhões. "O volume foi bastante reduzido. Hoje

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