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Veículos » Confederação dos municípios critica manutenção parcial da redução do IPI

Agência O Globo

Publicação: 27/12/2013 15:09 Atualização:

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) criticou, nesta sexta-feira (27), por meio de nota, a manutenção parcial da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e móveis. De acordo com a entidade, a política de desonerações do governo federal terá impacto total de R$ 2,6 bi no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Preocupado com a fragilidade das contas públicas, o governo anunciou, nesta semana, que aumentará a partir de janeiro, de forma gradual, o IPI na comercialização de veículos e móveis. Com isso, terá R$ 1,145 bilhão de arrecadação extra até julho. O IPI dos carros populares, de 1.000 cilindradas, por exemplo, e com tecnologia flex (álcool ou gasolina) sobe de 2% para 3% em janeiro. Essa alíquota vigorará até 30 de junho. A partir daí, o Ministério da Fazenda avaliará se ela voltará para 7%, a alíquota original. O objetivo do governo, em retomar gradativamente o aumento dos impostos, é manter o mercado aquecido. Apenas os caminhões continuarão com alíquota zero por serem considerados um investimento.

Ainda de acordo com a CNM, a renúncia total prevista para 2014 deve passar dos R$ 11,29 bilhões e o impacto no FPM apenas com a redução do IPI deve ser superior a R$ 2,65 bilhões no ano que vem.

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