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Alfândega » Receita Federal divulga balanço da "Operação Black Friday" no Aeroporto do Recife

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 23/12/2013 14:24 Atualização: 23/12/2013 15:29

Operação Black Friday apreendeu eletrônicos escondidos nas malas dos viajantes do aeroporto do Recife (Receita Federal/Divulgação)
Operação Black Friday apreendeu eletrônicos escondidos nas malas dos viajantes do aeroporto do Recife
Iniciada pela Alfândega da Receita Federal na última semana de novembro, a “Operação Black Friday”, teve o resulgado nesta segunda-feira (23). A ação teve o objetivo fiscalizar o cumprimento da legislação de importação de bens (cotas) da bagagem de passageiros em voos internacionais após a Black Friday norte-americana, onde é tradição a venda de diversos produtos de vestuário, perfumaria e eletrônicos por preços promocionais.

A operação no terminal recifense contou com servidores deslocados de outras unidades da Receita Federal para atuar exclusivamente na fiscalização de bagagens, além de um scanner móvel de bagagens, instalado em uma van, que chegou a fiscalizar previamente 100% das bagagens dos vôos escolhidos. Chamou atenção do órgão, no entanto, a quantidade de mercadorias ocultas trazidas pelos passageiros, escondidas em baixo da roupa, fundos falsos de malas ou mesmo “jogado” dentro da sacola de compras do free-shop.

Para combater este crime, a Receita Federal utiliza pórticos detectores de metais pelos quais os passageiros passam, além de um scanner de alta resolução para as bagagens e 16 câmeras espalhadas por todo o saguão de desembarque para registrar movimentos suspeitos e gravar a descoberta das mercadorias escondidas.

Números

De acordo com a Receita, o incremento de arrecadação foi de 60 % em relação ao mesmo período de fiscalização do ano passado, totalizando R$ 170 mil em impostos e multas. O Fisco também apreendeu US$ 12 mil dólares em peças de vestuário para fins comerciais, entre elas 200 camisas masculinas, roupas íntimas femininas (lingerie), bolsas, perfumes e suplementos alimentares.

A Receita informou, ainda, que houve aumento considerável da apreensão de bens ocultos (quando o passageiro os esconde para que a fiscalização não os veja), totalizando US$ 11.650. Foram descobertos também 17 aparelhos de celular modelo iPhone ocultos junto ao corpo do viajante, em fundo falso de malas ou jogados dentro da sacola do free-shop.

O órgão ressaltou que este tipo de ação é considerada crime e, além do passageiro perder o bem (sem direito a pagar imposto, pois é aplicada pena de perdimento na mercadoria), ele sofrerá processo penal pelos crimes de contrabando, descaminho e contra a ordem tributária.

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