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PED » Taxa de desemprego no Recife subiu para 6,5% em novembro, segundo IBGE

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Agência Brasil

Publicação: 19/12/2013 21:20 Atualização: 19/12/2013 21:48

Não importa se fim de ano é temporada de empregos na certa. No Recife, o mercado de trabalho contratou menos em novembro. A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informa que a taxa de desocupados na capital pernambucana era de 6,5% no mês passado. No mesmo período de 2012, foi calculada em 5,7%.

O resultado do último mês é praticamente estável em relação a outubro, quando o patamar de desempregados era de 6,1%. Das 3.354 mil pessoas em idade ativa no Grande Recife, 48,3% encontravam-se ocupadas (nível de ocupação), 3,4%, desocupadas e 48,4% não economicamente ativas. O comércio continua sendo o maior empregador da região (23,8%, 386 mil postos de trabalho), seguido pelo setor de educação, saúde e administração pública (18,8%, 304 mil postos), pelo grupo outros serviços (16,4%, 265 mil trabalhadores) e pelos serviços prestados às empresas (15%, 243 mil).

Regionalmente, em relação a outubro, o rendimento dos trabalhadores subiu nas Regiões Metropolitanas de Recife (4,8%), Rio de Janeiro (4,1%), Porto Alegre (1,8%) e São Paulo (1,5%). Apresentou retração em Salvador (2,6%) e ficou estável em Belo Horizonte. Na comparação com novembro de 2012, houve alta em Porto Alegre (8,9%), Rio de Janeiro (6,1%) e em São Paulo (3,1%). Declinou em Salvador (8,3%) e em Belo Horizonte (0,8%) e não variou no Recife. O rendimento médio real da população ocupada na Região Metropolitana do Recife, atualmente, é estimado em R$ 1.451,10.

Cenário nacional

A taxa de desemprego no país fechou o mês de novembro em 4,6%. Essa é a menor taxa desde dezembro de 2012, que também foi 4,6%. O índice é também inferior ao registrado em novembro de 2012 (4,9%). Em outubro deste ano, a taxa havia sido de 5,2%.

“Essa redução da desocupação vem em decorrência do aumento da inatividade. Não houve aumento do número de postos de trabalho. Parte dessa população pode ser de gente que já acertou emprego para dezembro, mas ainda não está atividade. Outra porção pode ser em decorrência de desalento [acha que não vai conseguir trabalho]”, disse o gerente de Trabalho e Renda do IBGE, Cimar Azeredo.

O contingente de pessoas desempregadas (1,1 milhão) caiu 10,9% em relação a outubro, mas manteve-se estável na comparação com novembro de 2012. Já o contingente de empregados (23,3 milhões de pessoas) manteve-se estável em ambas comparações.

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,8 milhões) ficou estável em relação a outubro deste ano, mas cresceu 3,1% na comparação com novembro do ano passado.

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