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Telecomunicações » Após fusão, Oi vai apostar na TV por assinatura

Juliana Cavalcanti

Publicação: 19/12/2013 09:49 Atualização:

A Oi deve apostar no segmento TV por assinatura. A empresa espera utilizar a disponibilidade de sinais de satélite no Brasil para relançar o serviço nas várias regiões do país. A meta foi revelada pelo presidente da companhia, Zeinal Brava, em entrevista no Recife. “Vamos relançar nossa oferta em todas as regiões. A Oi hoje é a empresa que tem a maior disponibilidade de satélite no Brasil. Estamos construindo uma nova estação terrestre para captar o sinal do satélite, que deve estar pronta até o primeiro trimestre de 2014 e devemos ter novidades a partir do segundo trimestre do ano que vem”, revelou.

Com 35 milhões de clientes no país, a companhia espera concluir a fusão com a Portugal Telecom – o que a fará alcançar o mercado africano e ampliar a base de clientes para 100 milhões no mundo, com presença em quatro continentes. “(A fusão) Amplia a nossa vocação para liderar na inovação e na tecnologia. Vamos tentar trazer essa liderança para escala do mercado brasileiro”, ressaltou.

Além do investimento em TV, a empresa planeja ampliar o uso da banda larga fixa e móvel. Em Pernambuco, a operadora divulgou investimentos de R$ 208 milhões neste ano e treinou os técnicos para implantação do Projeto Click – que pretende agilizar o atendimento aos clientes, com agendamento das visitas e possibilidade de instalação do Oi Fixo e do Oi Velox na mesma oportunidade. Foram capacitados 1.300 técnicos para atuarem no sistema.

A empresa também aposta nas estratégias de conquista de mercado com a iniciativa de R$ 0,10 por dia e também direcionada ao público jovem (Oi Galera), focado em SMS e torpedos. “Neste ano nossas reclamações na Anatel, no período de chuvas, caíram cerca de 30%, o que mostra o esforço que estamos fazendo na gestão das operações. Quero que o cliente perceba valor nas nossas ofertas. O R$ 0,10 por dia é uma oferta que do nosso ponto de vista atende o mercado. Mas temos que continuar a segmentar, porque uma oferta não é suficiente para atender todos”, complementou o presidente da Oi.

Para Bava, uma tendência na telefonia que também deve ser seguida no Brasil é o aumento do consumo da banda larga fixa e do wi-fi. No Brasil, especialmente, o wi-fi é bastante valorizado pela disponibilidade, pela velocidade e pela gratuidade.

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