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Formalidade » Lei do MEI completa três anos e cria novos patrões

Correio Braziliense

Publicação: 12/12/2013 09:07 Atualização: 12/12/2013 10:51

Os microempeendedores individuais (MEIs) ajudam o governo federal a comemorar a baixa taxa de desemprego. Isso porque cada MEI pode contratar até um empregado. Em média, conta Cássio Duarte, analista de Polícias Públicas do Sebrae Minas, cerca de 10% dos formalizados na categoria empregam um colaborador: “Portanto, são quase 400 mil pessoas”. Os empregos gerados ajudaram a taxa de desocupação do Brasil fechar outubro em 5,2%, uma das menores da série histórica medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A podóloga Érica Antunes de Araújo Tibúrcio, de 35 anos, pretende contratar um ajudante. Ela é microempreendedora individual desde 2010: “Ganhava a vida como manicure, na informalidade. Fiz o curso de podóloga e montei meu próprio negócio, que vai muito bem. Tanto que planejo mudar de categoria (para microempresa)”, diz Érica.

A categoria reúne ainda 19.038 estrangeiros. O país que mais “exportou” homens e mulheres para o Brasil é a Bolívia: 5.847 pessoas da nação vizinha se formalizaram como MEI. A maioria está em São Paulo, onde centenas de bolivianos, nos últimos anos, foram flagrados em condições análogas à escravidão. O segundo país do ranking dos microempreendedores formalizados é Portugal: 1.620 pessoas. Em seguida, aparecem Peru (1.548), Argentina (1.402) e Uruguai (1.046).

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