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Reivindicações » Prestadores de serviço da Compesa fazem protesto contra salários atrasados

Publicação: 11/12/2013 18:08 Atualização: 11/12/2013 20:32

Cerca de 180 trabalhadores da GMEC Engenharia e Construções, prestadora de serviço da Compesa, realizaram protesto nesta quarta-feira (11) em frente à sede da empresa, no Prado, Zona Oeste do Recife. Os trabalhadores cobram salários atrasados e benefícios não pagos referentes ao mês de novembro. Eles ameaçam realizar um protesto mais agressivo nesta quinta-feira (12), caso a posição da empresa não seja positiva.

Os funcionários atuam nas obras de abastecimento de água da empresa, que tem contrato direto com a Compesa. Eles têm apoio do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral no Estado de Pernambuco (Sintepav-PE). Leodelson Bastos, representante do sindicato, destaca que a lista de reivindicações dos trabalhadores é extensa. “O que motivou a paralisação foi o atraso do pagamento dos salários, da cesta básica (R$ 150) e de um bônus de produção por terem alcançado as metas estabelecidas pela empresa. A empresa tem que ter caixa para pagar funcionários”, pontua.

Os trabalhadores são responsáveis pela execução de obras da Compesa, entre elas, a troca de tubulações de água que vem sendo realizada em vários bairros da Região Metropolitana do Recife (RMR). O pleito da categoria também pede revisão da jornada de trabalho, considerada excessiva. Segundo o sindicato, muitos chegam a trabalhar mais de 24 horas seguidas. A categoria afirma que não há banheiros químicos nos canteiros de obras, o que leva os trabalhadores a passar por constrangimentos sempre que necessitam usar o banheiro.

Também estão na pauta de reivindicações da categoria o recebimento da Participação nos Lucros e Resultados da Empresa (PLR), o pagamento de passagem, de vale-refeição e insalubridade. “Os patrões indicaram pagar nesta quinta-feira (12). Se eles não regularizarem, os trabalhadores prometem novo protesto, dessa vez, mais forte, queimando pneus, bloqueando acesso, entre outros meios. E terão nosso apoio”, afirmou Bastos. A empresa não foi localizada pela reportagem do Diario.

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