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Televisão Castelo de Areia, filme da Netflix dirigido por brasileiro revela lado menos idealizado da Guerra do Iraque Longa disponível a partir de hoje leva a assinatura de Fernando Coimbra

Por: Breno Pessoa

Publicado em: 21/04/2017 08:15 Atualizado em: 21/04/2017 11:11

Cineasta enxerga paralelos entre conflito no Iraque situação nas favelas cariocas. Foto: Netflix/Divulgação
Cineasta enxerga paralelos entre conflito no Iraque situação nas favelas cariocas. Foto: Netflix/Divulgação

Cenas de conflitos armados, exército norte-americano em solo estrangeiro e soldados jovens dispostos a lutarem pelos EUA. Os elementos presentes em Castelo de areia, novo trabalho do diretor brasileiro Fernando Coimbra, se assemelham a inúmeros títulos com a temática de guerra. Ainda assim, a primeira produção internacional do cineasta, disponível a partir de hoje na Netflix, difere, e muito, de um filme típico do gênero, questionando e refletindo sobre intervencionismo militar.

Confira os horários dos filmes em cartaz na Netflix

Embora se trate de uma realidade aparentemente distante, Coimbra considera a trama de fácil identificação para brasileiros. “É muito parecido com o que se tem com uma favela ocupada no Rio de Janeiro, seja ocupada por uma Unidade de Polícia Pacificadora ou por uma facção criminosa”; Escrito pelo ex-militar Chris Roessner e rodado na Jordânia, o filme é situado no início da Guerra do Iraque, em 2003. O protagonista é o soldado Matt Ocre (Nicholas Hoult), que é enviado, junto ao pelotão, para pacificar um vilarejo iraquiano. A missão chega justamente quando o reticente militar estava prestes a ser enviado de volta para casa. Já na sequência inicial, Matt, intencionalmente, machuca a mão, tentando conseguir a esperada dispensa, o que não ocorre. O elenco conta ainda com Henry Cavill (Superman).

"Não é um filme de guerra, é um filme que se passa numa guerra, com um personagem que a maioria das pessoas pode se identificar", diz Coimbra. "O roteiro me surpreendeu muito, me bateu forte, com essa jornada dos personagens. Essa forma não heroica, não patriótica, uma visão incomum no cinema norte-americano", acrescenta o diretor, que recebeu o convite para dirigir o filme após a boa recepção internacional de O lobo atrás da porta (2013). O cineasta também participou de outra produção Netflix, a série Narcos, dirigindo dois episódios.  

Assista ao trailer de Castelo de areia:

 

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