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Televisão Série de Cláudio Assis desvenda processo criativo de artistas Primeiro episódio vai ao ar nesta sexta-feira, às 19h, no Arte 1

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 01/07/2016 17:30 Atualizado em: 01/07/2016 17:54

Artista plástico Bruno Vilela estará no primeiro episódio. Foto: Arte 1/Divulgação
Artista plástico Bruno Vilela estará no primeiro episódio. Foto: Arte 1/Divulgação
"Quem cria tem que dormir. Pensar bem no passado. De tudo ser bem lembrado". Os versos do artista plástico Manoel Galdino introduzem o poema Se cria assim, que batiza a série homônima, cuja estreia ocorre nesta sexta-feira , às 19h, no canal pago Arte 1. A produção, a primeira para televisão do cineasta Cláudio Assis (Big Jato, Amarelo manga), desvenda o processo criativo de quatro artistas de diferentes gerações e presta tributo ao artista plástico Manoel Galdino. Assis dirige a série documental com Beto Brant e Walter Carvalho.

A ideia do projeto nasceu há dez anos, mas começou a ser executada no formato atual nos últimos dois anos. "Acho que Galdino nunca foi reconhecido como deveria. A série faz questão de honrar a pessoa que ele foi", ressaltou Assis. "O jeito de Galdino criar era muito louco. O poema norteia quem quer criar", frisa o cineasta.

Em cada um dos quatro episódios, os pernambucanos Bruno Vilela, Marcelo Silveira e Paulo Bruscky e o amazonense Rodrigo Braga - radicado no Recife - falam sobre os processos criativos. Os artistas foram escolhidos pela equipe da atração, sob curadoria de Mariana Moura. "Cada um tem sua genialidade, seu modo. Foi uma experiência diferente acompanhar esse processo", complementa Assis.

O episódio de estreia se concentra na obra de Bruno Vilela, 22 anos de carreira. A produção acompanhou o artista por dez dias no ateliê. "O diretor me fez pensar e repensar toda a minha produção o dia todo, por horas. Criei obras novas, fiz uma passagem pela produção desde o começo, recebi pessoas importantes para meu trabalho", recordou Bruno, que enxerga a experiência como momento de "dividir e pensar sobre algo tão íntimo e solitário".

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