AFP - Agence France-Presse
Publicação: 09/07/2012 17:54 Atualização:
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| Lago chinês Yangzonghai, na província de Yunnan, contaminado com arsênio em 2008. Foto: STR/AFP |
Dois estudos científicos publicados neste domingo afirmam que um polêmico anúncio da Agência Espacial Norte-americana (Nasa) de 2010 - que existe uma nova forma de vida bacteriana no arsênio - não está correto.
"Ao contrário do relatório original, a nova pesquisa mostra claramente que a bactéria GFAJ-1 não pode substituir o arsênio pelo fósforo para sobreviver", informa um comunicado de imprensa da revista Ciência, que publicou o estudo original.
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