são paulo Homens são presos com R$ 3,3 milhões em caixas de papelão em São Paulo Polícia suspeita que dinheiro seria usado para comprar carga roubada; dupla não tem antecedentes criminais

Por: AE

Publicado em: 01/11/2018 09:15 Atualizado em:

Dois homens foram flagrados com R$ 3,3 milhões em dinheiro no porta-malas de um carro. Foto: Divulgação/Polícia Civil
Dois homens foram flagrados com R$ 3,3 milhões em dinheiro no porta-malas de um carro. Foto: Divulgação/Polícia Civil
Dois homens foram flagrados com R$ 3,3 milhões em dinheiro suspeito no porta-malas de um carro, no fim da tarde desta terça-feira (30/10), em Jundiaí, município do interior de São Paulo. O dinheiro foi apresentado à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí. Ouvidos, os suspeitos alegaram terem sido contratados por uma empresa de São Paulo para entregar a quantia a um caminhoneiro, mas não revelaram o nome da empresa, nem do destinatário.

O veículo estava circulando no estacionamento de caminhões de um posto de abastecimento, no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes, no bairro Gramadão. Suspeitando de um possível roubo de carga, policiais rodoviários abordaram o carro e encontraram o dinheiro. As cédulas de R$ 2 a R$ 100 estavam divididas em maços e acondicionados em oito caixas de papelão.

Os ocupantes do veículo, moradores de Londrina (PR) e sem antecedentes criminais, alegaram que o dinheiro seria entregue a um caminhoneiro, mas não conseguiram explicar a origem. As caixas com as cédulas foram levadas para contagem em uma agência da Caixa Econômica Federal da cidade. Depois de cinco horas, as máquinas apontaram um total de R$ 3,377 milhões. 

Conforme o delegado Carlos Eduardo Barbosa Soares, assistente da DIG, a suspeita é de que o dinheiro seria usado para pagamento de cargas roubadas. Outra possibilidade é que possa ter origem criminosa, eventualmente do tráfico de drogas.

Os suspeitos, Gabriel da Cruz Januário, de 24 nos, e João de Jesus Izzo, de 55, foram autuados por indícios de crime contra o sistema financeiro e levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Jundiaí. Até a manhã desta quarta-feira, 31, eles não tinha constituído advogados de defesa. 


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