prisão Polícia prende homem suspeito de estuprar menina de 5 anos em Minas Suspeito vivia com os avós da criança e foi filmado por uma testemunha

Por: Estado de Minas

Publicado em: 25/08/2018 08:02 Atualizado em: 25/08/2018 09:40

Foto: Reprodução/Internet
Foto: Reprodução/Internet

Um homem de 59 anos foi preso suspeito de estuprar uma menina de 5 anos na cidade de Carmo da Mata, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, nessa terça-feira (21). Segundo a Polícia Militar (PM), o homem atraiu a menina para um matagal localizado no Bairro Alto dos Pinheiros, onde foi filmado por uma testemunha que passava pelo local e estranhou os barulhos no pasto. 

Com o material em mãos, o cidadão entregou o vídeo à mãe da criança. Ela, por sua vez, encaminhou o material a Polícia Militar, que executou a prisão por volta das 20h30 do mesmo dia.

Conforme a PM, o suspeito levou a menina para o mato com a promessa de que ela ganharia uma bola de presente. Ele vive com os avós da vítima há mais de 10 anos e foi preso pouco depois. 

Em entrevista concedida a TV Alterosa Centro-Oeste, a mãe da menina explicou que esse não foi o primeiro caso de abuso por parte do suspeito. "Ela estava com medo de apanhar ao me contar. Eu conversei com ela e ela me disse que, no dia em que dormiu na casa do avô dela, aconteceu a mesma coisa", contou.

A responsável pela criança também lamentou o fato da menina se sentir ameaçada depois do episódio. "Minha filha está com medo. Ela falou que só vai brincar perto de mim e não vai ficar na rua mais", afirmou. O Conselho Tutelar tem acompanhado a família por meio de um psicólogo.

De acordo com a Polícia Civil, o homem tentou jogar a culpa para a menina em seu depoimento. Ele teria dito à polícia que a menina ficava ao seu redor, o que o seduzia para realizar os atos. 

O suspeito foi encaminhado à delegacia local e depois ao presídio de Oliveira, na mesma região do estado. Inicialmente, não há suspeita de que haja outras vítimas, segundo a Polícia Civil. 

A Polícia Civil também alertou os cidadãos que compartilham o vídeo do abuso. Segundo a organização o envio do material por redes sociais configura crime cibernético, além de expor a imagem da criança e da família.



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