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luta Movimento nas redes sociais denuncia machismo no ambiente de trabalho Com a hashtag #MulheresNoTrabalho, mulheres relatam abusos sofridos diariamente em suas funções

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 12/01/2018 11:13 Atualizado em:

O caso mais emblemático citado pela profissional é de uma situação que ocorreu com ela mesmo há alguns anos atrás. Foto: Youtuber/Reprodução (Foto: Youtuber/Reprodução)
O caso mais emblemático citado pela profissional é de uma situação que ocorreu com ela mesmo há alguns anos atrás. Foto: Youtuber/Reprodução


Após receber uma série de comentários relatando histórias de abuso sexual e machismo dentro do trabalho, a Youtuber Maíra Medeiros, do canal "Nunca Te Pedi Nada", lançou uma nova campanha para que mulheres denunciem e exponham esses tipos de situações nas redes sociais. 

O caso mais emblemático citado pela profissional é de uma situação que ocorreu com ela mesmo há alguns anos atrás, quando cobria a dispensa de uma professora de inglês em determinado curso particular que havia tido aborto expontâneo. Os chefes de Medeiros na época acabaram mencionando a insatisfação de trabalhar com mulheres por estas "menstruarem, ter TPM, engravidar e acabar faltando o trabalho". O comentário foi encarado pela youtuber como um ato de assédio moral. 

Em sua página nas redes sociais, ela ainda encontrou diversos relatos de seguidoras e internautas comentando semelhantes casos. Quando não classificados como assédio sexual, representava machismo e preconceito acerca da imposição de um padrão de beleza. A surpresa de acontecer ainda tantos casos como esse "em 2018" assustou a youtuber, que iniciou a campanha através da hashtag #MulheresNoTrabalho. "Assédio moral e sexual é crime. Não podemos ficar quietas no nosso trabalho", comenta a garota.

O vídeo postado nessa quinta-feira (11) já chegou a 58.855 visualizações, 14 mil "likes" e mais de mil comentários. A hashtag começou a ser levantada no Twitter e no Instagram, ganhando também apoio de outros internautas e figuras públicas, como a dançarina e roteirista Bic Muller e o jornalista Bruno Acioli, que comentou o que acontecia com uma amiga.  











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