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Investigação Traficante Rogério 157 é preso em operação da polícia no Rio de Janeiro Outro líder do tráfico, Reinaldo Santos de Sena, conhecido como Dedé da Mangueira, também é alvo da operação

Por: Correio Braziliense

Publicado em: 06/12/2017 07:31 Atualizado em:

Rogério Avelino dos Santos, o Rogério 157, foi encontrado na ação que mobiliza 2,9 mil homens de várias corporações. Foto: Mauro Pimenta/CB
Rogério Avelino dos Santos, o Rogério 157, foi encontrado na ação que mobiliza 2,9 mil homens de várias corporações. Foto: Mauro Pimenta/CB
Chefe do tráfico na Rocinha e apontado como responsável pelo início da guerra na comunidade em setembro deste ano, Rogério Avelino dos Santos, o Rogério 157, foi preso na manhã desta quarta-feira (6/12), na comunidade do Arará, no Rio de Janeiro. O traficante foi localizado durante uma ação conjunta das polícias Civil, Militar e Federal, da Força Nacional e das Forças Armadas em comunidades nos morros da Mangueira, do Tuiuti, de Mandela e Arará, na zona Norte do Rio de Janeiro.

A ação conta com o apoio de 2,9 mil homens das corporações, que também tem a participação de mais de 4 mil agentes. Eles devem cumprir mandados prisão e de busca e apreensão, contra acusados de envolvimento com o tráfico de drogas. Informações sobre esconderijo de armas, drogas ou criminosos podem ser dadas ao Disque Denúncia, pelo telefone (21) 2253-1177, que vai encaminhar os dados em tempo real ao comando da operação. Outro líder do tráfico, Reinaldo Santos de Sena, conhecido como Dedé da Mangueira, também é alvo da operação.

Desde a madrugada, os policiais iniciaram a operação, mas só depois das 6h é que os agentes começaram a entrar nas comunidades, já que antes eles precisaram destruir barricadas montadas pelos traficantes nas ruas de acesso aos morros. Até o momento, não há informações sobre confrontos, prisões ou apreensões. O espaço aéreo da região central do Rio está controlado para deslocamento dos helicópteros das forças de segurança, mas a medida não compromete as operações de pouso e decolagem nos aeroportos.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança, as Forças Armadas estão responsáveis pelo cerco das comunidades, enquanto os policiais fazem as incursões nas favelas para cumprir os mandados Judicias. Algumas vias próximas às comunidades chegaram a ser interditadas, como é o caso da Visconde de Niterói, principal acesso ao Morro da Mangueira, mas, no momento, já foi liberada ao tráfego de veículos.

A operação é mais um desdobramento do Plano Nacional de Segurança, que envolve a cooperação de órgãos federais estaduais e municipais, com o objetivo de combater o crime organizado no Rio, principalmente o tráfico de drogas e o roubo de cargas.

Com informações da Agência Brasil


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