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Janaúba Fiéis celebram missa de sétimo dia das vítimas da tragédia em creche Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida ficou exposta na celebração e religiosos fizeram menção aos 300 anos da aparição da santa, comemorado nesta quinta-feira

Por: Luiz Ribeiro

Publicado em: 11/10/2017 10:31 Atualizado em:

A missa de sétimo em dia em lembrança aos mortos durante o incêndio em creche. Foto: Luiz Ribeiro/CB
A missa de sétimo em dia em lembrança aos mortos durante o incêndio em creche. Foto: Luiz Ribeiro/CB


Janaúba, Minas Gerais - Fiéis, familiares e amigos das vítimas da tragédia na creche Gente Inocente em Janaúba, no Norte de Minas, celebraram na manhã desta quarta-feira (11/10) a missa de sétimo em dia em lembrança aos mortos durante o incêndio causado pelo vigia Damião Soares dos Santos, que também morreu na ação. 

Uma imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida ficou exposta no altar durante a missa, em lembrança aos 300 anos de aparição da santa, comemorado neste dia 12 de outubro, feriado em todo o país. 

A missa foi celebrada pelo padre Carlos dos Anjos, reitor do Seminário da Diocese de Janaúba, em frente ao Hospital Regional da cidade para onde foram levadas a maioria dos feridos no incêndio. "Por meio da oração, entramos nas casas das famílias que tiveram crianças falecidas e levamos a esperança para essas famílias, e que a oração fortaleça estas famílias num momento de sacrifício ", destacou o padre. 

O sacerdote destacou o momento difícil vivenciado pela população de Janaúba e pediu para que os fiéis se apeguem e mantenham a esperança em Nossa Senhora Aparecida. O padre também pediu para que os fiéis rezassem aos que enviaram demonstrações de solidariedade. 

"Não desejamos nem buscamos a morte, mas desejamos e buscamos a vida", destacou o religioso,  pedindo as famílias enlutadas para manterem a fé em Nossa Senhora Aparecida e em Deus. 
 
A missa teve momentos de muita emoção com homenagens às crianças e a professora Helley Abreu Batista, mortas na tragédia. Uma criança cantou uma musica enquanto dez balões brancos com os nomes das vítimas eram exibidos. Depois o padre Carlos soltou os balões no céu, um a um, citando o nome de cada vítima morta na tragédia. O nome de Helly foi o último a ser citado sob muitos aplausos e comoção dos presentes. 


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