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Drogas » Polícia Civil apreende cerca de 1,5 tonelada de maconha em operação

Correio Braziliense

Publicação: 19/08/2014 10:17 Atualização:

No total, 1,5 tonelada de maconha foi apreendida. Foto: Polícia Civil/Divulgação
No total, 1,5 tonelada de maconha foi apreendida. Foto: Polícia Civil/Divulgação

Policiais civis do Distrito Federal apreenderam 400 quilos de maconha escondidos na cabina de um caminhão que saía de Ponta Porã (MS) para Brasília. Os agentes tiveram apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) da corporação mato-grossense. Essa é a segunda etapa da Operação Tártaro, da Polícia Civil do DF (PCDF), que já tinha tirado de circulação 1.116kg da droga, escondida em outro caminhão que também deixava o município.

A apreensão aconteceu ontem (18/08). O veículo surpreendido pelos policiais na noite de ontem transportava 15 toneladas de milho na carroceria. A carga será doada ao Zoológico de Brasília. A operação começou há quatro meses, quando investigadores da Polícia Civil do DF deram início aos trabalhos para desarticular um grupo criminoso que agia dentro do presídio de Aparecida de Goiânia (GO). O líder do grupo é o presidiário Clodoaldo Antônio Felipe.

Ele e outros comparsas comandavam o esquema por celular. Eles adquiriam maconha em grande quantidade no município sul-mato-grossense e coordenavam o envio do entorpecente para a capital federal. Até agora, a polícia conseguiu tirar 1.516kg de maconha de circulação. Os caminhoneiros que transportavam a droga dissimulada nos veículos também acabaram presos.

De acordo com o delegado-chefe da Coordenação de Repressão às Drogas da Polícia Civil (Cord) do DF, Rodrigo Bonach, a união entre as corporações de diversos estados é um meio efetivo de combater o tráfico de drogas. "A união das Polícias Civis de todo o Brasil é o novo paradigma na repressão qualificada ao tráfico interestadual de drogas", afirmou. Ele também ressaltou a importância de um maior controle dentro dos presídios. "É preciso acabar, de uma vez por todas, com esse grande mal que pe a existência de celulares acessíveis a presos".

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