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Contrato emergencial » Empresas sob suspeita em São Paulo têm contrato em vigor

Agência Estado

Publicação: 06/08/2014 22:08 Atualização:

As mesmas empresas que ganharam o pregão anulado pela Prefeitura de São Paulo, após denúncia do jornal O Estado de S. Paulo, prestam serviço hoje na Secretaria Municipal de Educação (SME) e vão continuar atuando por até 180 dias - prazo máximo do contrato emergencial.

A licitação cancelada anteontem substituiria outra, de 2008. Os vencedores daquele ano são os envolvidos na denúncia: Monte Azul Alternativa, Comatic, Cor Line, Demax, EPS, G4S, Gocil, Guima, Califórnia, Paineiras, Qualitécnica, TB, Tejofran e Whiteness. Apesar de ser executada em 2008 e ter validade até 2009, a licitação foi prorrogada até 2014.

Os contratos estabelecidos com essas empresas começarão a expirar na segunda-feira. A SME informou que um pregão para serviço de "natureza continuada", como é o caso da limpeza e conservação de unidades escolares e Centros Educacionais Unificados (CEUs), tem a validade de 12 meses, pode ser prorrogado por mais 60 meses e, "em casos excepcionais", por mais 12 meses.

O diretor da Coordenadoria-geral dos Núcleos de Ação Educativa (Conae) da SME, Pedro Benedetti, confirmou que a contratação emergencial de empresas, que começa a partir da próxima sexta-feira, será feita com as mesmas 15 empresas. "A ideia é continuar com elas emergencialmente."

As empresas foram novamente procuradas pelo Estado, por telefone e por e-mail, mas, até a noite de ontem, nenhuma havia respondido.
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