• (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Vigilância » Cirurgião plástico deve ser "um psiquiatra com bisturi", diz psicóloga Com 1,5 milhão de plásticas em 2013, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e lidera, pela primeira vez, o ranking mundial de plásticas

Étore Medeiros

Publicação: 31/07/2014 09:21 Atualização:

O aumento do número de cirurgias plásticas no Brasil deve acompanhar uma maior vigilância quanto a real necessidade dos procedimentos e os riscos envolvidos nas intervenções estéticas. Segundo especialistas, os problemas que cercam as operações vão além de eventuais problemas com a saúde: podem envolver desde distúrbios psicológicos de pacientes que buscam a beleza obsessivamente até a atuação de médicos não especializados. Com 1,5 milhão de plásticas em 2013, o país ultrapassou os Estados Unidos e lidera, pela primeira vez, o ranking mundial de plásticas.

"Esses são os ingredientes adequados para gerar um drama, quando não uma tragédia", alerta João de Moraes Prado Neto, presidente da Sociedade Brasileira de Cirúrgia Plástica (SBCP). Segundo Prado Neto, com o aumento das cirurgias é inevitável que cresça também o número de pacientes "que têm visões oníricas dos resultados". Por isso, o cirurgião deve estar preparado para ser "um psiquiatra com um bisturi na mão", defende. "A grande maioria dos pacientes, felizmente, é normal. Há exceções, no entanto, que devem ser detectadas já na primeira consulta", defende.

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »

Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.