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Inauguração » Igreja Universal inaugura templo faraônico no centro de São Paulo A edificação brasileira será inaugurada nesta quinta-feira (31/7), com a presença de Dilma Rousseff (PT) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)

France Presse

Publicação: 31/07/2014 09:16 Atualização:

O local tem capacidade para receber 10 mil pessoas sentadas. Foto: Arte/CB/D.A Press (Arte/CB/D.A Press)
O local tem capacidade para receber 10 mil pessoas sentadas. Foto: Arte/CB/D.A Press

Construído como réplica do Templo de Salomão de Jerusalém, em Israel, a edificação brasileira que leva o mesmo nome será inaugurada hoje, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Marcada para as 16h, a cerimônia também deve contar com a participação de outras personalidades de política nacional e local. Convites foram enviados aos 27 governadores, a ministros de Estado, a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

Quem comanda a igreja, que, segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, reúne 1,8 milhão de fiéis, é o bispo Edir Macedo. Com a barba comprida, vestindo um manto branco e um quipá judaico, será ele o responsável por conduzir a solenidade de inauguração do empreendimento, que custou R$ 685 milhões. Nenhum jornalista recebeu permissão para acompanhar a inauguração.

O complexo, com capacidade para 10 mil fiéis, tem escolas bíblicas, que comportam cerca de 1,3 mil crianças, estúdios de tevê e rádio, auditório e hospedagem para os pastores. Conta ainda com um museu e um heliporto. O empreendimento apresenta detalhes suntuosos. O templo tem cadeiras importadas da Espanha, mármore rosa italiano e oliveiras trazidas de Israel. Entre outras engenhocas, o local terá uma esteira rolante destinada a carregar o dízimo dos fiéis do altar direto para uma sala-cofre.

Edir Macedo também mandou buscar em Israel todas as pedras que revestiriam a obra. Foram mais de 40 mil m² de material trazido de Hebron, a antiga capital do reino de Davi, o mesmo revestimento do Muro das Lamentações. A assessoria de imprensa da instituição religiosa não deu detalhes sobre o interior do templo, com a justificativa de que é “um local sagrado”.

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