• (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Clima » Brasilienses podem esperar por mais um dia frio nesta segunda-feira A temperatura mínima registrada foi de 12º C; a máxima não deve passar dos 24º C

Correio Braziliense

Publicação: 28/07/2014 11:55 Atualização:

Manhã fria faz brasilienses abusarem dos agasalhos. Foto: Breno Fortes/CB/D.A. Press
Manhã fria faz brasilienses abusarem dos agasalhos. Foto: Breno Fortes/CB/D.A. Press

O dia amanheceu nublado, com névoa em algumas áreas do Distrito Federal, nesta segunda-feira (28/7). O brasiliense que saiu de casa logo cedo enfrentou um frio de 12º C. A máxima não deve passar dos 24º C. Como nos últimos dias, a previsão é de chuva. A umidade relativa do ar deve variar entre 100% e 50%, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As baixas temperaturas, comuns nesta época do ano, vieram acompanhadas de precipitações que tomaram de surpresa quem vive na capital. Porém, o fenômeno tem alguma frequência, pelo menos de acordo com especialistas. Segundo dados do Inmet, desde 1995, Brasília teve sete meses de julho com chuvas: além do ano citado, as precipitações ocorreram em 2000, 2001, 2002, 2005, 2013 e 2014. Porém, desde 2001, a média não era tão grande.

Do início do mês até este domingo (27/7), foram registrados quatro dias chuvosos: 21, 25, 26 e 27. No ano passado, houve ocorrência semelhantes apenas no dia 19. De acordo com o meteorologista Hamilton Carvalho, na última segunda-feira, os medidores marcaram 6,8mm de precipitações. O especialista justifica a ocorrência: uma frente fria chegou ao país no fim do mês, o que justifica a quantidade incomum de chuva na Região Centro-Oeste. “Ainda há previsão de nevoeiro, névoa úmida e chuviscos para a área, pelo menos até quarta-feira”, assegurou.

A umidade relativa do ar também se manteve alta durante o período. Ainda segundo o Inmet, entre o dia 21 e a tarde de ontem, a média ficou entre 35% e 90%. “Mas não foi diferente do ano passado. Ela só começa a cair mesmo a partir de agosto, quando as temperaturas sobem”, completou Hamilton. O Eixão Norte, que tradicionalmente fica tomado aos domingos — quando é fechado para o trânsito de veículos automotores —, estava praticamente vazio. Apenas poucos moradores arriscaram correr. Quem saiu de casa caprichou nos agasalhos.

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »

Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.