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Desabemento de viaduto » Clima tenso na retirada de moradores vizinhos ao viaduto que desabou em Belo Horizonte A retirada começou na tarde deste domingo. São 186 famílias que serão removidas para um hotel e casas de parentes

Estado de Minas

Publicação: 27/07/2014 16:55 Atualização:

Tarde de domingo tensa para os moradores vizinhos ao viaduto que desabou em Belo Horizonte no último dia 3, na Avenida Pedro I, na Região de Venda . São 186 famílias que a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) resolveu, a partir das 14 horas de hoje (27), removê-las dos apartamentos onde moram, nos residenciais Antares e Savana, depois de perícia concluir que há perigo de novo desabamento. A queda prevista é da alça norte do elevado.

A perícia que faz essa previsão foi contratada pela Construtora Cowan , responsável pela obra executiva do viaduto que caiu. A retirada  de parte dos moradores neste domingo tem como destino um hotel localizado no Bairro São Cristóvão, na Região Noroeste da capital, ou casas de parentes.

Moradores reclamaram durante reunião com o coordenador municipal de Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, que foram avisados pela PBH da remoção às 18 horas deste sábado, sem prazo adequado para se organizarem para deixar os respectivos imóveis. Alguns se negaram a deixar os apartamentos usando argumentos diversos. Todos  relacionados à rotina que não vão encontrar para onde se mudarem. Técnicos da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) estão no local. Em torno de 34 famílias já foram embarcadas nos ônibus contratados pela Cowan.

A expectativa divulgada nesse sábado pela Comdec é que 48 famílias fossem removidas ainda hoje. Procurada por telefone, a assessoria de imprensa informou que apenas no fim da tarde deste domingo divulgará os números oficiais de famílias retiradas dos imóveis onde moravam em função do viaduto que desabou matando duas pessoas e ferindo mais 23.

Em nota divulgada nesse sábado, a Comdec informou que a retirada dos vizinhos atende a acordo firmado entre a Prefeitura de Belo Horizonte, o Ministério Público e a Construtora Cowan, que vai custear as despesas.

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