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Mistério » Depois de quatro anos, primo de Bruno diz que corpo de Eliza está enterrado na Grande BH Jorge Rosa Sales disse que jovem não foi esquartejada e que seu corpo está próximo de aeroporto Confins

Luana Cruz -

Estado de Minas

Publicação: 24/07/2014 14:09 Atualização:

O primo do goleiro Bruno Fernandes declarou nesta quinta-feira a Radio Tupi do Rio de Janeiro que sabe onde está o corpo de Eliza Samudio. Jorge Rosa Sales disse que a jovem, morta em 2010, está enterrada na Grande BH. “Está enterrada em um sitiozinho em Belo Horizonte, próximo ao aeroporto Confins, antes de chegar ao aeroporto. É uma estrada de chão bastante deserta, não tem muito movimento, um lugar praticamente abandonado”, disse. O jovem, na época menor de idade, presenciou a morte de Eliza pelas mãos de Marcos Aparecido do Santos, o Bola, condenado pela execução. Jorge ainda disse na entrevista que sabe chegar ao local, que não foi alvo de buscas na época das investigações policiais.

O advogado do goleiro, Francisco Simin, disse que foi surpreendido com a declaração e considerou muito positiva para o ex-atleta, condenado a 22 anos e três meses de cadeia pelo crime contra Eliza. Um dos crimes pelo qual ele foi sentenciado é ocultação de cadáver, que poderia ser motivo de recurso da defesa caso o corpo da jovem aparecesse. “Para mim foi muito agradável ouvir isso porque essa coisa do corpo prejudicou muito o Bruno, quando na verdade não se soube efetivamente nada do corpo”, relata.

Segundo o criminalista, o Macarrão – Luiz Henrique Romão, também condenado pelo crime – era o maior comprometido com a ocultação, mas foi absolvido por esse artigo específico. Caso sejam iniciadas buscas em Confins, o advogado não pretende acompanhar.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que não foi comunicada oficialmente por Jorge sobre as pistas do corpo. O delegado Wagner Pinto, Chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), deve procurar as informações com a Rádio Tupi para investigar a veracidade do que está sendo dito pelo rapaz. A polícia vai tentar achar fundamentações nas declarações e se houver necessidade fará buscas no local indicado.

Como era menor na época do crime, Jorge cumpriu dois anos e dois meses de medidas socioeducativas por envolvimento na trama criminosa contra Eliza.

Entrevista para Rádio Tupi, do Grupo Diários Associados:

 

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