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Constrangimento » Dilma é novamente vaiada durante entrega da taça para a Alemanha, no Maracanã

Estado de Minas

Publicação: 13/07/2014 19:57 Atualização:

A presidente Dilma Rousseff entregou a taça de campeã da Copa do Mundo da Fifa no Brasil para a seleção da Alemanha na tarde deste domingo, conforme havia informado a assessoria do Palácio do Planalto. Durante a cerimônia, a presidente recebeu vaias de parte da torcida e outro grupo voltou a insultar a presidente. A partida terminou empatada sem gols no tempo normal, mas a Alemanha fez 1x0 aos sete minutos do segundo tempo da prorrogação. Este é o quarto título dos alemães.

Entre as vaias foi possível ouvir os gritos de “ei, Dilma, vai tomar no c...”. Ao lado de Dilma estava o presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, e a chanceler alemã, Angela Merkel. A presidente assistiu a partida no Estádio Jornalista Mário Filho, popularmente conhecido como Maracanã, em companhia de outros chefes de estado e os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da África do Sul, Jacob Zuma, também acompanharam o jogo.

Na partida de abertura, insultos e vaias contra Dilma foram ouvidos das arquibancadas do Itaquerão, em São Paulo, minutos antes do pontapé inicial da partida entre Brasil e Croácia, que marcou a abertura da Copa do Mundo. As agressões verbais partiram, principalmente, da Área Vip - um dos setores com preços mais altos -, e se espalharam por alguns pontos do estádio.

O episódio foi bastante criticado pela imprensa e por autoridades de outros países. Os adversários da presidente nas eleições deste ano – o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador Aécio Neves (PSDB) -, chegaram a se posicionar favoravelmente às vaias, mas diante da repercussão negativa voltaram atrás e condenaram os xingamentos.

Dilma já havia sido vaiada no ano passado, na abertura da Copa das Confederações, quando pronunciou no estádio Mané Garrincha de Brasília um discurso ao lado do presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter. Os dois também estavam presentes nesta quinta, mas não fizeram discursos para evitar vaias. Os gritos se repetiram em outros momentos durante a partida.

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