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Torcida » Mesmo sem ingressos, brasilienses vão até o Mineirão tentar ver a Seleção

Correio Braziliense

Publicação: 07/07/2014 09:39 Atualização:

Rafael Mendes aposta na fé para conseguir as entradas. Foto: Daniel Ferreira/CB/D.A. Press
Rafael Mendes aposta na fé para conseguir as entradas. Foto: Daniel Ferreira/CB/D.A. Press
Assistir ao Brasil derrotar os alemães, em Belo Horizonte, e garantir uma vaga na final da Copa do Mundo é uma experiência da qual o advogado Marcos Padilha faz questão. Só tem um problema: ele não tem ingresso, não fez reserva em hotel e mora em Brasília. Mas a paixão pelo futebol é tanta e tão grande a fé nos escalados de Felipão que hoje, ao meio-dia, Padilha trocará o terno pelo “boné da sorte” e pegará a estrada com dois amigos. O destino? O estádio do Mineirão, na capital mineira. O trio rodará 735km, se revezando ao volante por, aproximadamente, 10 horas e 30 minutos, para tentar ver o jogo entre as duas seleções. Eles não são os únicos a fazer a loucura. Rafael Mendes, 24, deixará Brasília na noite de hoje para tentar a sorte na porta do estádio, e o casal Erika da Rocha Muniz Moraes, 25, e Paulo José Medeiros Moraes, 27 chegaram à capital mineira na manhã de ontem, também impulsionados pela vontade de ver o time galgar mais um degrau rumo ao hexa.

Marcos explica que o amor pelo futebol cresceu com a atual Copa do Mundo. Não se considera um torcedor fanático, mas admite que ver o Brasil balançar a rede adversária o motivou a viajar para torcer. São-paulino, ele pretende, depois do Mundial, viajar também para assistir ao time do coração, visitar e conhecer outros estádios do país. “Assisti a todos os jogos de Brasília, incluindo Brasil x Camarões. Não tem sensação melhor que estar com a torcida. É muita empolgação, muita animação. Com o torneio, posso dizer que meu amor pelo futebol aumentou, em uma escala de 0 a 100, até quase o máximo”, afirma.

Embora viaje pela primeira vez motivado pelo futebol, o advogado sempre flertou com a possibilidade. Procurava excursões durante o Campeonato Brasileiro, sem nunca chegar a concretizar os planos. Segundo ele, a organização dos jogos e a sorte podem garantir a ele o tão esperado ingresso. Se não conseguir, o jeito vai ser torcer do lado de fora do estádio e nas ruas. “A área exterior também é muito animada”, explica. “Se eu ficar no estande de um patrocinador, a viagem já valeu a pena. Se eu entrar, será ainda melhor. E se o Brasil ganhar, será 100%. Vai ser uma aventura. E depois dessa, virão outras”, completa.

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