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Saúde pública » Minas Gerais receberá repasse de R$ 46 milhões para o Mais Médicos

Estado de Minas

Publicação: 02/07/2014 09:06 Atualização:

O ministro Arhur Chioro fez balanço positivo do programa. Foto: Ramon Lisboa/EM/D.A. Press
O ministro Arhur Chioro fez balanço positivo do programa. Foto: Ramon Lisboa/EM/D.A. Press
Minas Gerais vai receber um reforço no orçamento da saúde. Estado e municípios terão R$ 46,6 milhões para serem aplicados em procedimentos de alta e média complexidade. Desse total, R$ 5 milhões serão destinados a cirurgias eletivas. Belo Horizonte terá repasse de R$ 20,4 milhões para a rede de urgência, Samu e serviços de oncologia. O anúncio foi feito nessa segunda-feira pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante o seminário Mais médicos para o Brasil, mais saúde para os brasileiros, na capital.

A verba faz parte do investimento em infraestrutura necessária para sustentar o programa, responsável por ampliar em 1.235 o número de profissionais atuando na área de atenção básica de 463 municípios mineiros. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, desde o início do Mais médicos, há quase um ano, houve crescimento de 21,6% no número de consultas feitas nas unidades básicas de saúde dos municípios participantes.

O atendimento de urgência na atenção básica teve incremento de 40% e as consultas agendadas, de 25,6%. O crescimento na quantidade de atendimentos de rotina foi de 21,9% e as chamadas demandas imediatas avançaram 14%. A presença de profissionais nas cidades onde antes não havia médico ou o tinha em quantidade insuficiente facilitou também o acesso por usuários de drogas e pacientes da saúde mental.

Na Grande BH, as consultas agendadas tiveram crescimento de 54,2%, já as de rotina, 42,2%.  “Não adianta só disponibilizar médico. É preciso garantir a infraestrutura para que não precisemos fazer provimentos de urgência para ter médicos”, disse. A previsão é de construir, reformar ou ampliar  2.511 unidades básicas em Minas. “Em 25 anos de SUS, é a 1ª  vez que experimentamos a possibilidade de ter atenção básica em todo o país, especialmente para quem precisa mais.”

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