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Segurança no trânsito » Concessionária distribui antenas para proteger motociclistas das linhas de pipa

Agência Brasil

Publicação: 01/07/2014 15:25 Atualização:

O Projeto Trânsito Legal, da concessionária Lamsa que administra a Linha Amarela, via expressa que liga a Baixada de Jacarepaguá à Ilha do Fundão, ligando as zonas oeste e norte do Rio, começou a distribuir hoje (1º) antenas antilinha de pipa para os motociclistas visando à prevenção de acidentes.

A distribuição das antenas ocorre todos os anos, nos meses de férias escolares, época em que se intensifica a brincadeira de pipa - também chamada de papagaio, arraia, pandorga ou pepeta, a depender da região do país -nos bairros da cidade. A ação busca diminuir os riscos de acidentes com linhas cortantes do brinquedo, que vem causando acidentes e mortes.

A campanha, com apoio do Instituto Invepar, vai distribuir cerca de 2 mil antenas, que poderão ser retiradas até o próximo dia 21 na tenda montada na Central Passe Expresso, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h, mediante a apresentação de documento de identificação (carteira de habilitação, identidade ou CPF).

De acordo com a gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Lamsa, Giovanna Curty, os acidentes geralmente ocorrem com pessoas que não utilizam a antena de proteção, uma iniciativa simples que garante mais segurança ao motociclista.

"Tem motociclista que acha o equipamento feio, que não é legal para a estética da moto, e não instala a antena. A gente recomenda que use sim, porque ela, de fato, protege a vida. Não dá para abrir mão disso. A gente não pode achar que uma criança vai parar de soltar pipa, já faz parte da cultura. Então, para proteger a vida, tem que colocar a antena”, disse a gerente.

De acordo com a Lamsa, desde o início da campanha, em 1998, já foram doadas cerca de 38 mil antenas. No ano de 2013, foram registrados 14 acidentes com motociclistas feridos por linha de pipa, enquanto em 2014  já ocorreram oito.

A gerente disse que também é feito um trabalho de conscientização, com apoio de agentes comunitários, por meio de mensagens dirigidas às escolas e famílias sobre os cuidados para soltar pipa. “O problema não é só causar acidente ao motociclista, existe também o risco de acidente com a própria criança, como um atropelamento, o contato com a rede elétrica. Então, a nossa campanha educativa aborda outros públicos para tentar fazer um trabalho bem completo", explicou.

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