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Ágata 8 » Operação contra tráfico de drogas apreende 40 toneladas de entorcepentes

Agência Brasil

Publicação: 23/05/2014 14:32 Atualização:

A Operação Ágata 8, encerrada na última quarta feira (21), bateu o recorde de apreensão de drogas das edições anteriores, segundo informou o Ministério da Defesa. Durante os 11 dias de ação das Forças Armadas, foram apreendidas cerca de 40 toneladas de entorpecentes.
A Marinha também participa da Operação Ágata - Foto Felipe Barra - Divulgação

A Operação Ágata 8 contou com a participação de 30 mil integrantes das Forças Armadas e vigiou as fronteiras com dez paísesDivulgação/Felipe Barra

O número é mais que o dobro das 19 toneladas apreendidas na Operação Ágata 7, realizada entre os meses de maio e junho do ano passado. A edição deste ano abrangeu 11 estados e vigiou a fronteira brasileira com dez países ou territórios: Suriname, Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Peru, Colômbia, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

A Operação Ágata 8 inspecionou 122.428 veículos e 7.776 embarcações. Além disso, mais de 20 mil pessoas foram revistadas e 206 barcos, 126 automóveis e 28 armas foram apreendidos. A ação recuperou também cerca de 58 metros cúbicos de madeira ilegal.

Este ano, a operação contou com a participação de 30 mil militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, além de agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar dos estados envolvidos. Também colaboraram profissionais da Receita Federal e de agências governamentais como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Em razão da Copa do Mundo, eles patrulharam toda a extensão de fronteira, que tem 16,8 mil quilômetros. O mesmo ocorreu em 2013, motivado pela visita do papa Francisco e da realização da Copa das Confederações. Nas seis primeiras edições, entre 2011 e 2012, a operação vigiou somente pontos estratégicos.

A Operação Ágata 8 é parte do Plano Estratégico de Fronteiras, criado pela presidenta Dilma Rousseff em 2011 e esteve sob comando do ministro da Defesa, Celso Amorim, e do general José Carlos De Nardi, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

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