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Combate ao crime » Lista de criminosos na mira de força-tarefa mineira sobe para 3 mil Banco de dados vai listar mais de 3 mil alvos que cometeram delitos de roubo, lesão corporal e abuso sexual

Estado de Minas

Publicação: 03/04/2014 07:38 Atualização:

Um banco de dados que pode listar mais de 3 mil criminosos reincidentes será a base da proposta que o governo estadual lança nesta quinta-feira para redução da violência em Minas Gerais. Inicialmente, a relação dos alvos potenciais estava focada nos crimes de roubo, somando cerca de 500 delinquentes, mas os técnicos ampliaram lista considerando a prática de outras modalidades, como lesão corporal e abuso sexual. O banco de dados terá acesso integrado entre servidores do sistema de Defesa Social de Minas, que engloba as polícias militar e civil e a subsecretaria de administração prisional, além de representantes do Ministério Público, Judiciário e Defensoria Pública.

“O cadastro dos reincidentes considerou o cruzamento de informações do sistema de Registro de Eventos de Defesa Social (Reds). Com a ampliação dos filtros, se antes o perfil era de pessoas com cinco passagens por roubo, passou-se a considerar também acusados que, mesmo como um número menor de prisão nessa modalidade criminosa, têm ficha criminal por outros delitos”, explicou um envolvidos no projeto.

Com a ampliação do cerco aos reincidentes, o governo pretende atacar uma das área críticas da segurança no estado, que são os roubos que cresceram 36,8% em Minas em fevereiro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A partir do projeto, bandidos com longa ficha criminal e que aguardam em liberdade andamento de inquérito ou processos, não serão soltos caso a polícia os prenda novamente.

Promotores de Justiça e juízes também poderiam analisar em tempo real as fichas criminais de acusados detidos em flagrante ou em operações policiais. Por meio do sistema, será possível identificar os reincidentes, avaliar o perfil deles e tomar medidas mais rapidamente.

PF fecha laboratório de drogas

Um grande laboratório para a produção de drogas sintéticas, haxixe, skunk e lança perfume foi fechado pela Polícia Federal, anteontem, em um sítio de Cardeal Mota, na Serra do Cipó, no município de Santana do Riacho. No local, cinco jovens foram presos com mais de 5 mil comprimidos de substância análoga ao ecstasy e a outras drogas. De acordo com as investigações, a quadrilha faturava R$ 40 mil por mês. A PF já estava monitorando o grupo, que havia alugado um imóvel no Bairro São João Batista, na Região de Venda Nova, em BH, para fabricar os comprimidos. Com o apoio da Polícia Militar, policiais federais conseguiram prender os dois homens apontados como líderes da quadrilha e outros três jovens.

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