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Comemoração » BH já está iluminada de verde e amarelo a 100 dias da Copa do Mundo

Estado de Minas

Publicação: 04/03/2014 18:53 Atualização: 04/03/2014 18:54

Luzes especiais no  Museu Abílio Barreto, no Cidade Jardim. Foto: Gladyston Rodrigues/EM DA Press
Luzes especiais no Museu Abílio Barreto, no Cidade Jardim. Foto: Gladyston Rodrigues/EM DA Press
Quatro pontos de Belo Horizonte ganharam na noite desta terça-feira cores especiais em comemoração aos 100 dias restantes para a Copa do Mundo. As luzes verde e amarela tomaram as fachadas do Mineirão, na Pampulha, Cidade Administrativa, na Região Norte de BH, Casa do Baile, na orla da lagoa, e o Museu Histórico Abílio Barreto, no Bairro Cidade Jardim. As luzes foram acesas às 18h e vão ficar até 6h de amanhã. A ação é coordenada pelo Ministério do Esporte em parceria com as 12 cidades-sede da maior festa esportiva do mundo.

O estádio Mineirão vai receber seis jogos durante a Copa: Colômbia x Grécia, no dia 14 de junho; Bélgica x Argélia, no dia 17; Argentina x Irã, no dia 21; Costa Rica x Inglaterra, no dia 24; uma partida nas oitavas de final e outra na semifinal.

A Cidade Administrativa sede do Governo de Minas é composta por cinco principais edifícios, sendo o Palácio Tiradentes, o maior prédio suspenso do mundo, o escolhido para receber a iluminação. O projeto arquitetônico da Cidade Administrativa, do premiado arquiteto Oscar Niemeyer, representa um dos marcos mais importantes na história arquitetônica e urbanística de Belo Horizonte.

A Casa do Baile faz parte do Complexo Arquitetônico da Pampulha, criado por Oscar Niemeyer na década de 1940, por encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek. É um exemplar característico da arquitetura modernista, com suas linhas curvas, referências à história nacional, presentes nos azulejos de inspiração portuguesa, e integração com a natureza, por meio dos jardins projetados por Burle Marx.

O Museu Abílio Barreto e a Casa do Baile são símbolos de duas épocas marcantes da história e na cultura nacional. A casa da Fazenda do Leitão, que faz parte do conjunto do Museu Histórico Abílio Barreto, é um típico exemplo da arquitetura colonial e é o único prédio remanescente do arraial do Curral del Rey, povoado que deu origem à nova capital de Minas Gerais, planejada para ser um símbolo da República recém-proclamada, em 1989.
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