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Ação conjunta » Polícia procura bando especializado em atacar bancos em Minas Gerais Pelo menos uma dezena de pessoas do bando especializado em explodir caixas eletrônicos ainda estão soltas

Pedro Rocha Franco -

Valquiria Lopes -

Publicação: 25/02/2014 08:55 Atualização:

Ainda sob o impacto do violento desfecho de um assalto frustrado, que resultou na morte de 10 criminosos e na prisão de seis no fim de semana, em Itamonte (MG), as polícias civis de Minas Gerais e de São Paulo estão juntas em uma verdadeira caçada. O objetivo é prender pelo menos mais uma dezena de pessoas do bando especializado em explodir caixas eletrônicos, que já vinha atuando em cidades paulistas e que, em novembro do ano passado, roubou terminais de autoatendimento de uma agência bancária de Itamonte.

A sexta prisão foi registrada ontem, em Cambuquira, também no sul de Minas. Trata-se de um homem que deu entrada no hospital da cidade com um ferimento na mão que sugere ter sido provocado por arma de fogo. Segundo o chefe da Divisão de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São Paulo, delegado Ruy Ferraz Fontes, parte dos suspeitos já foi identificada. “Precisamos, no entanto, juntar elementos que comprovem a participação deles”, diz. Todos os integrantes do bando são paulistas, segundo o policial, à exceção do técnico em medicina do trabalho Silmar Junior Madeira, de 31 anos, que é de Itanhadu, vizinho a Itamonte. Segundo parentes e uma testemunha, Silmar foi rendido pelos assaltantes e obrigado a dirigir o próprio carro pelo bando. Ele foi morto durante uma troca de tiros com a polícia.

A quadrilha está sendo investigada pela polícia paulista há pelo menos seis meses. “Começamos a juntar elementos depois de explosões em várias cidades de São Paulo. Eles tinham a mesma forma de agir em todos os casos. Atiraram contra a base da PM e contra qualquer cidadão que não obedecesse às ordens deles. Também deixavam poucos vestígios”, informou Fontes. Somente em 10 cidades de São Paulo, o grupo foi responsável por 20 ataques. “Essa era outra característica da quadrilha. Eles voltavam para replicar a ação criminosa”, afirma.

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