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Morte de cinegrafista » Para governador do Rio, ato que matou Santiago pode ter cunho político Sem citar nomes ou partidos políticos, Sérgio Cabral afirmou que "há partidos políticos e organizações embutidos nessas ações"

Estado de Minas

Publicação: 12/02/2014 15:00 Atualização: 12/02/2014 16:52

Foto: Fábio Costa/JCom/D.A Press/Arquivo
Foto: Fábio Costa/JCom/D.A Press/Arquivo
No mesmo dia em que a polícia prendeu o estudante Caio Silva de Souza, 22 anos, suspeito de ter jogado o rojão que matou o jornalista da TV Bandeirantes, Santiago de Andrade, o governador Sérgio Cabral (PMDB) afirmou que “há partidos políticos e organizações embutidos nessas ações (de violência que ocorrem durante manifestações)".

De acordo com Cabral, "esses dois jovens (se referindo também a Fábio Raposo, que admitiu ter passado o rojão para Caio) estão inseridos em um contexto maior" que envolve partidos políticos e organizações.

Cabral não citou nomes nem partidos, mas disse que essas questões não devem ficar camufladas. Segundo o governador, “é preciso tirar a máscara”. O governador do Rio ainda lamentou que “a dimensão mais grave é que envolveu a vida de uma pessoa (...) Esses dois jovens fazem parte de uma concepção de desprezo do institucional, do legal, do democrático. Há grupos e segmentos de partidos políticos que desprezam o processo democrático, as instituições, a economia de mercado. Esses dois jovens estão inseridos em contexto maior, são ações que se complementam".

Cabral comentou a prisão de Caio de Souza depois de uma solenidade no Palácio Guanabara e elogiou o trabalho da policia. Além de Caio, está preso também o tatuador Fábio Raposo, que disse ter entregue o rojão a Caio.

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