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Mineral » Goiás abriga e explora uma pedra de quartzo exclusiva no mundo Exposto acidentalmente à radiação gama de cobalto-60, o cristal aparentemente igual a qualquer outro ganhou uma exclusiva tonalidade verde-amarelada

Correio Braziliense

Publicação: 09/02/2014 13:25 Atualização:

Patenteado em 1997, o green gold é resultado da exposição do cristal à radioatividade gama do cobalto-60. Foto: Eduardo Fernandes/Divulgação
Patenteado em 1997, o green gold é resultado da exposição do cristal à radioatividade gama do cobalto-60. Foto: Eduardo Fernandes/Divulgação
A explosão de um vulcão ocorrida há milhões de anos em Cristalina presenteou a cidade goiana com uma fonte volumosa e variada de cristais, conhecidos mundialmente pela predominância de suas seis faces características, e de areias ricas em silício puro. Como se não bastasse tudo isso, uma reserva de quartzo transparente localizada em uma longa fenda de extração dentro de uma mina a céu aberto da cidade se tornaria fonte para uma pedra única.

Exposto acidentalmente à radiação gama de cobalto-60, técnica usada para desinfetar frutas frescas para a exportação, o cristal aparentemente igual a qualquer outro ganhou uma exclusiva tonalidade verde-amarelada. Patenteada pelo empresário Eduardo Fernandes, da mineradora Areal Minas Goiás (AMG), como green gold (ouro verde, em inglês), o mineral modificado virou objeto de cobiça internacional, sobretudo de norte-americanos, chineses e indianos.

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